quinta-feira, 26 de maio de 2011

Algumas propostas de redção para você desenvolver.


PROPOSTA 1

TEXTO 01

O QUE É BIOSSEGURANÇA?

Ciência surgida no século XX, visa o controle e a minimização de riscos vindos da prática de diferentes tecnologias, seja em laboratório ou quando aplicadas ao meio ambiente.
No Brasil, a legislação de biossegurança engloba apenas a tecnologia do DNA ou RNA recombinante estabelecendo os requisitos para o manejo de Organismos Geneticamente Modificados ( OGMs ).
A biossegurança é o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação dos riscos inerentes as atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, riscos que podem comprometer a saúde do Homem, dos animais, das plantas e do meio ambiente.

TEXTO 02

ENTENDA O QUE É A LEI DE BIOSSEGURANÇA

A Lei de Biossegurança tenta regulamentar duas polêmicas de uma só vez --a produção e comercialização de organismos geneticamente modificados e a pesquisa com células-tronco.
Os transgênicos são aqueles produtos acrescidos de um novo gene ou fragmento de DNA para que desenvolva uma característica em particular, como mudanças do valor nutricional ou resistência a pragas.
A polêmica em torno do plantio e da comercialização dos transgênicos passa pelos campos econômico, social e ambiental. Os defensores dos OGM argumentam que a biotecnologia aumentaria a produção de alimentos, o que, por sua vez, reduziria a quantidade de brasileiros vítimas da fome.
No outro lado, estão os críticos dos transgênicos. Ambientalistas e algumas organizações de cientistas argumentam que seus efeitos na saúde humana e no meio ambiente ainda são desconhecidos.
O texto da lei define que a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) deve analisar tecnicamente o pedido para o plantio dos transgênicos. E um conselho de 11 ministros, por fim, vai analisar se permite ou não a comercialização desses produtos.

TEXTO 03
CÉLULAS-TRONCO

A outra polêmica refere-se às pesquisas científicas com células-tronco. Essas células são como curingas, ou seja, células neutras que ainda não possuem características que as diferenciem como uma célula da pele ou do músculo, por exemplo, e que podem ser usadas para gerar um outro órgão.
Hoje, as pesquisas no país se restringem às células da medula óssea e do cordão umbilical. Mas essas células originam apenas alguns tecidos do corpo.
A lei, aprovada pelo Senado, permite a pesquisa em células-tronco de embriões obtidos por fertilização in vitro e congelados há mais de três anos. Mas, para que o estudo seja feito, os pais devem autorizar a pesquisa expressamente.
Atualmente, esses embriões, ao completarem quatro anos de congelamento, são descartados. Essas células, ao contrário das provenientes da medula e do cordão umbilical, se mostram mais eficazes para formar qualquer tecido do corpo.

EM PROSA, ESCREVA UM TEXTO ARGUMENTATIVO, POSICIONANDO-SE
ACERCA DESSA POLÊMICA. COM BASE NOS TEXTOS ACIMA FUNDAMENTE SUAS IDÉIAS.... LEMBRE-SE QUE ESSE TEXTO SERÁ ELABORADO PARA JOVENS ESTUDANTES
DO ENSINO MÉDIO , ENCONTRO DE CIÊNCIAS PROMOVIDO PELA UFC.



· PROPOSTA 2

TEXTO 01
Escolas islâmicas do Paquistão "criam" jovens extremistas
da Reuters, em Quetta (Paquistão)


Hamid Ullah tem 13 anos e nunca ouviu falar de Osama bin Laden. Não sabe que os Estados Unidos odeiam o vizinho Afeganistão, mas sabe que é um muçulmano. Hamid passou quase toda sua vida em uma escola islâmica do Paquistão, no mesmo tipo de escola, chamada madrassa, onde a milícia Taleban (grupo islâmico que controla 90% do território do Afeganistão desde 1998 e impôs um regime marcado pelo extremismo e pelo conservadorismo) surgiu há menos de dez anos para se tornar protagonista da política internacional em 2001.

Há milhares de alunos nas madrassas paquistanesas. Os mais velhos já sabem que os Estados Unidos podem atacar o Afeganistão para caçar o militante de origem saudita Osama bin Laden, acusado de comandar os atentados de 11 de setembro contra Nova York e Washington.
Eles estão dispostos a pegar em armas para defender Bin Laden e o Taleban, o grupo que governa o Afeganistão segundo uma rígida interpretação do Alcorão.
"Bin Laden é um herói do Islã", disse Abdul Mannan, 22. "Vou lutar ombro a ombro com o Taliban se os soldados norte-americanos ousarem colocar os pés no Paquistão ou no Afeganistão."
Guerrilheiros de um grupo paquistanês pró-Taleban já começaram a se posicionar junto à fronteira para defendê-la de uma eventual invasão, segundo anunciou ontem em Quetta um líder do partido islâmico Jamiat Ulema-i-Islam.
Esse grupo radical sunita, que faz parte do Conselho de Defesa Afegão-Paquistanês, disse também que seus mujahideen (guerreiros santos) vão cercar as bases áreas do país para evitar seu uso por aviões dos EUA. A maioria desses mujahideen foi treinada no Afeganistão.

TEXTO 02

Decorar o Alcorão

Em Quetta, capital da distante província do Baluchistão, os alunos levantam ao alvorecer para rezar e passam o resto do dia recitando o Alcorão. A rotina é a mesma das outras 22 mil escolas religiosas do país. Os meninos mais novos não têm a menor idéia do que acontece do lado de fora e por isso são um campo fértil para a doutrinação.
Quase todas as escolas islâmicas, inclusive a de Baqi, estão em um ambiente de pobreza extrema, onde a vida subsidiada nas madrassas é uma ótima alternativa para os filhos de famílias numerosas.


NARRE A EXPERIÊNCIA DE UMA CRIANÇA BRASILEIRA AO DEPARAR-SE COM O MODELO DE EDUCAÇÃO NO AFEGANISTÃO.


· PROPOSTA 3

TEXTO 01
Blitz da Imigração prende 57 brasileiros

Dono de empresa de limpeza em que os imigrantes trabalham era investigado por subornar oficial de imigração
por Raimundo SantanaEditor

O Departamento de Imigração de Boston, capital de Massachusetts, está analisando a situação de cada um dos 57 brasileiros que foram presos na madrugada da última terça-feira, dia 15, quando faziam a limpeza de 28 lojas da rede de supermercados Stop Shop, em várias cidades deste estado e do vizinho estado de Connecticut.
O objetivo é definir o procedimento de deportação daqueles que estiverem ilegalmente no país. Para segunda-feira, dia 21, está marcada a primeira audiência do proprietário da empresa para a qual todos os imigrantes presos trabalhavam. José Neto, 38 anos, que morava em Allston, Massachusetts, terá audiência com o juiz Robert B. Collings, quando tomará conhecimento das acusações que existem contra ele.
No comunicado oficial emitido ontem pelo Departamento de Justiça de Boston consta que José Neto estava sendo investigado desde outubro do ano passado por subornar um oficial da imigração, ao qual pagou US$ 20 mil para a obtenção do green card dele e da mulher, e por outras infrações às leis de imigração dos EUA.



TEXTO 02
Em busca de uma vida melhor

Milhões de pessoas saem dos países pobres em direção ao mundo desenvolvido

Os movimentos migratórios não são novidades na história da humanidade. Nem os motivos pelos quais as pessoas deixa seu território. Conflito, fome, desemprego e falta de acesso a condição básicas para a sobrevivência expulsam populações internas do país de origem.
Muitas vezes sem estruturas e de maneiras desesperada, essas pessoas são arrastadas de um lugar a outro em, busca de uma vida melhor. Colocam-se em situações de risco. Que, eventualmente, acabam em frustração ou mesmo em morte.
Atualmente existem 175 milhões imigrantes espalhados pelo globo, 3% da população mundial, segundo organização das nações unidas(ONU).O movimento foi acentuado nos últimos 15 anos.
O desenvolvimento desigual entre nação atrai cada vez mais gente em direção ao mundo desenvolvido. O Estados Unidos recebem a maior parte ou35 milhões de estrangeiros. Em relação aos continentes, a imigração, cerca de 60 milhões de pessoas

ESCREVA UM ARTIGO DE OPINIÃO PARA SER PUBLICADO EM UM JORNAL BRASILEIRO SOBRE O TRATAMENTO RECEBIDO PELOS IMIGRANTES BRASILEIROS NOS EUA.



PROPOSTA 4

PESQUISA GLOBAL SOBRE DROGAS SINTÉTICAS REVELA
SIGNIFICATIVO USO E TRÁFICO DESSAS SUBSTÂNCIAS

Brasília, 09 de outubro de 2003 – A primeira pesquisa global sobre ecstasy e anfetaminas, realizada pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), revela que a produção, o tráfico e uso dessas substâncias estão crescendo em todo mundo. Na última década, as apreensões dessas drogas aumentaram dez vezes, subindo de 04 toneladas no período 1990/1991 para 40 toneladas no período 2000/2001. A produção de ecstasy e anfetaminas é estimada em mais de 500 toneladas por ano, sendo que cerca de 40 milhões de pessoas usaram essas drogas nos últimos 12 meses. Isso representa cerca de 1% da população mundial acima de 15 anos de idade (clique aqui para ler a íntegra do relatório, em inglês).
“As drogas sintéticas estão se transformando no inimigo público número um entre as substâncias ilícitas. Vistas como uma característica aceitável da cultura dancing de clubes e casas noturnas, elas estão sendo banalizadas e usadas por pessoas muito jovens”, disse o diretor-executivo do UNODC, Antonio Maria Costa, durante o lançamento do relatório “Ecstasy e Anfetaminas – Pesquisa Global 2003”, em Roma (Itália). Para ele, os problemas de saúde causados por essas substâncias são “grandes e acumulativos”. O relatório ressalta que as anfetaminas podem causar dependência e diferentes tipos de psicose, e que o ecstasy acelera o processo de envelhecimento, levando a sintomas semelhantes ao Mal de Alzheimer.
O relatório revela um crescimento alarmante no número e tamanho de laboratórios produtores dessas substâncias, em diversos países do mundo. Ao contrário das instalações de pequeno porte desmanteladas nos últimos anos, as autoridades policiais estão encontrando laboratórios sofisticados que conseguem produzir até 1 milhão de pílulas de ecstasy por semana. Em 2001, cerca de 8.000 laboratórios clandestinos envolvidos com a fabricação de anfetaminas foram fechados, principalmente nos Estados Unidos. Entre 1991 e 2001, o número de laboratórios clandestinos envolvidos com a produção de ecstasy e fechados pela polícia subiu seis vezes.
O uso abusivo de anfetaminas e ecstasy está crescendo em termos geográficos, etários e de renda. Nos últimos 12 meses, estima-se que 34 milhões de pessoas tenham consumido anfetaminas e metanfetaminas, enquanto que 8 milhões de pessoas consumiram ecstasy _sempre na faixa etária acima de 15 anos de idade. Isso representa um número maior que o consumo combinado de cocaína e heroína, segundo o relatório do UNODC (veja o gráfico abaixo sobre a prevalência anual de drogas sintéticas, em uma seleção de países).

Trecho

ESCREVA UM TEXTO EM PROSA DO TIPO ARGUMENTATIVO COM O TEMA “O USO DAS DROGAS SINTÉTICAS ENTRE OS JOVENS” PARA SER LIDO EM UM CONGRESSO DE JOVENS PROMOVIDO PELA PREFEITURA DA SUA CIDADE.



· PROPOSTA 5

Protocolo de Kyoto
TEXTO 01

Foi realizado em dezembro de 1997, em Kyoto, no Japão, a terceira conferência das Nações Unidas sobre mudança do clima, com a presença de representantes de mais de 160 países. Teve os seguintes objetivos: a) fixar compromissos de redução e limitação da emissão de dióxido de carbono e outros gases responsáveis pelo efeito estufa, para os países desenvolvidos; b) trazer a possibilidade de utilização de mecanismos de flexibilidade para que os países em desenvolvimento possam atingir os objetivos de redução de gases do efeito estufa.
O mercado de CERs - Certificados de Emissões Reduzidas anda em franca expansão no Brasil. Espera-se que os países da UE estabeleçam um acordo paralelo ao protocolo global, assinado em 1997, no Japão. Com isso, o comércio dos CERs junto as nações em desenvolvimento e os critérios acumulados até então estarão assegurados.
O mundo começará a sofrer os efeitos do aquecimento do clima, e tanto consumidores quanto o mercado, darão preferências para empresas que se preocuparem com as questões ambientais

TEXTO 02

O protocolo de Kyoto entro em vigor em 16 de dezembro de 2005. Trata-se do mais específico e um dos mais importantes acordos internacionais já criados para combater uma ameaça ambiental: o amumento dos gases do efeito estufa e seus impactos no clima global.

TEXTO 03
O que é Efeito Estufa?

É um fenômeno ocasionado pela concentração de gases (como dióxido de carbono, óxido nitroso, metano e os clorofluorcarbonos - estes últimos resíduos de produtos industrializados) na atmosfera, formando uma camada que permite a passagem dos raios solares e que absorve grande parte do calor emitido pela superfície da Terra.
Os clorofluorcarbonos (CFCs) produzidos pela indústria química, são poderosos gases com efeito estufa. Eles também reagem com o ozônio troposférico, destruindo, dessa forma, a camada de ozônio.
Alguns gases da atmosfera, principalmente o dióxido de carbono (CO2), funcionam como uma capa protetora que impede que o calor absorvido da irradiação solar escape para o espaço exterior, mantendo uma situação de equilíbrio térmico sobre o planeta, tanto durante o dia como noite. Sem o carbono na atmosfera, a superfície da Terra seria coberta de gelo.
O efeito estufa na Terra é garantido pela presença do dióxido de carbono, vapor de água e outros gases raros. Esses gases são chamados raros porque constituem uma parcela muito pequena na composição atmosférica, formada em sua maior parte por nitrogênio (75%) e oxigênio (23%).

FAÇA UMA DESCRIÇÃO EVIDENCIANDO OS PROBLEMAS QUE O EFEITO PROVOCA NAS CIDADES (ZONAS URBANAS).


PROPOSTA 6

A QUEM INTERESSA A TRANSPOSIÇÃO DO VELHO CHICO??
Por Marcus Mota, pré-coletivo CMI Aracaju 15/05/2005 às 21:52


Uma avalanche de informações ameeaça nos sufocar a todo instante. Digo isso por que moro aqui em Sergipe, um dos estados "doadores" da bendita água que possívelmente irá salvar a pele de muitos nordestinos que sofrem durante séculos nas mãos de fazendeiros, usineiros, latifundiários, governadores, prefeitos e toda essa corja...


RECENTEMENTE HOUVE UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA onde estavam presentes o Ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes e o Governador do estado, João Alves. A mídia sergipana enalteceu de forma brilhante a altivez e destreza do governador em relação à transposição do Velho Chico. Se alguém já percebeu, tem até uns “outdoors” pela cidade com os dizeres em letras garrafais: “João é quem defende sergipe!”. A transposição de águas do Rio São Francisco é um projeto que gera muita polêmica. Constitui, basicamente, na utilização das águas do rio para a perenização de rios e açudes da Região Nordeste durante os períodos de estiagens. Os Estados beneficiados seriam: Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará e por isso a idéia é defendida pelos políticos destes Estados, já os políticos de Minas Gerais, Bahia, Alagoas e Sergipe não a aceitam bem, preocupados com os efeitos em seus Estados. Mas é claro que o nosso governador não é a melhor pessoa pra falar em água. Basta dar uma olhada nos seus “projetos de irrigação” como o CALIFÓRNIA que favorece apenas a latifundiários e sua estapafúrdia estratégia de campanha de seu último mandato quando disse que Aracaju não sofreria com falta d'água por pelo menos vinte anos. As provas técnicas e os argumentos contra o projeto, feitas principalmente por estudiosos, apontam para o eminente fracasso do Governo Federal. Mas, quando figuras como João Alves e Antonio Carlos Magalhães se põem “ao lado do povo” sem estarmos em plena campanha eleitoral há que se duvidar. É claro que eles e toda a direita brasileira estão adorando essa oportunidade de ouro para “descer o cacete” no Governo Lula. A pergunta que fica no ar é: O problema todo é o projeto mesmo, ou quem está à frente dele dessa vez? Ou seja, a transposição é ruim por si só ou por que representaria um trunfo fantástico na manga do presidente Lula para a sucessão presidencial de 2006? Então é bom catar tudo o que dizem a respeito, analisar, pesar os prós e contras e não sair assinando abaixo-assinado contra a transposição sabendo só o que passou na TV.


ESCREVA UMA CARTA RELATANDO A SUA OPINIÃO ACERCA DESTA POLÊMICA, LEMBRE-SE QUE VOCÊ É MORADOR DO ESTADO DO CEARÁ E SUA CARTA SERÁ ENTREGUE AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA.



PROPOSTA 7

O que é o FSM? / O que é o Fórum Social Mundial?

O FSM é um espaço de debate democrático de idéias, aprofundamento da reflexão, formulação de propostas, troca de experiências e articulação de movimentos sociais, redes, ongs e outras organizações da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital e por qualquer forma de imperialismo.
Após o primeiro encontro mundial, realizado em 2001, se configurou como um processo mundial permanente de busca e construção de alternativas às políticas neoliberais.
Esta definição está na Carta de Princípios, principal documento do FSM.
O Fórum Social Mundial se caracteriza também pela pluralidade e pela diversidade, tendo um caráter não confessional, não governamental e não partidário. Ele se propõe a facilitar a articulação, de forma descentralizada e em rede, de entidades e movimentos engajados em ações concretas, do nível local ao internacional, pela construção de um outro mundo, mas não pretende ser uma instância representativa da sociedade civil mundial. O Fórum Social Mundial não é uma entidade nem uma organização.

· Enfim, com um mundo mais solidário, outro mundo é possível, sem o poder sanguinário do presidente Bush e a ganância dos grandes detentores do capital estrangeiro, que em suas investidas matam vidas. Raimundo Dumas Filho Assistente administrativo

· Mas o espaço democrático do Fórum Social está além disso. Aqui há espaço para todos/as. Não importa a “tribo” ou crença. Estar no Fórum Social é estar num ambiente sem fronteiras, pela mistura de idiomas, sotaques e causas sociais tão distintas. O calor humano que envolve pessoas de lugares longínquos faz com que toda a gente se entenda, mesmo não compartilhando a mesma língua, pois embora diferente, luta pelo mesmo ideal: uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais humana, mais sustentável. Maria Eugênia Brasil, de Porto Alegre.


PARA VOCÊ, O QUE SIGNIFICA O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL?

REDIJA UM TEXTO DISSERTATIVO-EXPOSITIVO COM SUA OPINIÃO COMO RESPOSTA À PERGUNTA ACIMA.



PROPOSTA 08

O Tsunami
Em 26 de dezembro de 2004, um terremoto de 9 graus na escala Richter foi registado nas profundidades do oceano Índico, ao lado da ilha Sumatra. O tremor, que deslocou o fundo do mar, provocou o aparecimento de uma onda gigante que varreu parte do litoral da Indonésia, Sri Lanka, Índia, Tailândia, Malásia e ilhas maldivas. A onda chego ate a costa leste africana, gerando destruição nas ilhas Seychelles, nas Somália, no Quênia e na Tailândia.

Mortos e desabrigados
Estima-se em cerca de 295 mil o número de mortos, mas pode ser mais. Milhares de corpos foram levadas pela águas ou enterrados sem identificação. Três meses depois da tragédia, ainda havia mais de 600 mil desabrigados.

Conseqüências
Após as tragédia, o pagamento da divida externa dos países atingidos foi suspenso por um ano. A Alemanha prometeu construir um sistema de alerta no oceano Índico, a exemplo do que já no pacífico, para avisar as populações da iminência de tsunamis. Na Indonésia e no Sri Lanka, rebeldes separatista juntaram –se aos governo e ás organizações humanitárias para recuperar as zonas atingidas.

Causas
O tremor foi provocado pelo choque entre a placa Indo-Australiana e da Birmânia. A força liberada deslocou enorme volume de águas que formou a onda gigantesca que, ao atingir o litoral da Ásia e da África, chegava a 15 metros de altura.

Tsunami no passado
Foram encontrados vestígios de um tsunami ocorrido 65 milhões de anos atrás que afetou a casta brasileira. Supõe-se que tenha sido causado pelo impacto de um asteróide na península de Yucatan, no México.

O QUE VOCÊ ACHA QUE DEVERIA SER FEITO PARA AS CIDADES E PESSOAS
AFETADAS POR ESSA TRAGÉDIA ? REPONDA A ESTA PERGUNTA,
FUNDAMENTANDO ARGUMENTOS SÓLIDOS EM SEU TEXTO.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Camões


Camões
 
  SONETOS DE CAMOES

Considerado o poeta da nacionalidade, através da epopeia moderna Os Lusíadas, Luís Vaz de Camões teve uma existência atribulada, atendendo ao pouco que dela se conhece. Estudou em Coimbra, esteve em Ceuta e lutou na Índia, tendo entretanto perdido um olho, e, após o seu regresso a Lisboa, frequenta o Paço, mas vive com dificuldades, de uma pensão régia exígua, não vendo reconhecido o seu mérito.

Nascido em 1525, morre em 1580, após o que a sua reputação como grande poeta se firma e não cessa de aumentar, sobretudo depois da perda da independência, cujo sentimento a sua epopeia intensifica.
Cultivou também o teatro, mas afirma-se sobretudo na poesia lírica (Rimas), com grande variedade de géneros: sonetos, canções, éclogas, redondilhas, etc..
É o grande poeta do maneirismo português, pela filiação na tradição clássica à maneira renascentista, mas sensível ao conhecimento pela experiência que a época e as viagens lhe permitem.
A sua obra é enriquecida por uma vivência sensível do sentimento e do saber, modulada na imitação dos antigos mas permeável às marcas contemporâneas de uma existência em mutação. Por isso ela se caracteriza por uma enorme complexidade, na qual sobressai a vivência aguda de tensões que comunicam ao seu lirismo uma agudeza simultaneamente experiencial e literária.
Busque Amor novas artes, novo engenho
para matar-me, e novas esquivanças;
que não pode tirar-me as esperanças,
que mal me tirará o que não tenho.
Olhai de que esperanças me mantenho
Vede que perigosas seguranças!
 Que não temo contrastes, nem mudanças,
 andando em bravo mar, perdido o lenho.
 Mas, conquanto não pode haver desgosto
 onde esperança falta, lá me esconde
 Amor um mal que mata e não se vê.
 Que dias há que na alma me tem posto
 um não sei quê, que nasce não sei onde,
 vem não sei como e dói não sei porquê.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Obras Literárias para os processos seletivos seriados - PAAES 2012


OBRAS LITERÁRIAS INDICADAS PARA LEITURA OBRIGATÓRIA
1ª ETAPA - PAAES 2011/2014
 
  1. Cândido ou O Otimismo.  Autor: Voltaire.  editora L&PM  - (NOVO) 
  2. Sonetos de Camões – Autor: Luis Vaz de Camões. editora Ateliê editorial - (NOVO)
  3. Marília de Dirceu. Tomás Antônio Gonzaga. Ed. Ática/Saraiva/Ediouro.
  4. O pagador de promessas. Dias Gomes. Ed. Bertrand do Brasil.
  5. O fio das missangas. Mia Couto. Ed. Companhia das Letras.

Marília de Dirceu é livro constantemente editado: o drama do poeta comoveu as gerações desde seu tempo.É uma obra elaborada dentro do estilo árcade, embora revelando, principalmente na parte final, claras tendências românticas.

RESENHA DO LIVRO - PARA FACILITAR SUA LEITURA



A obra possuí 284 páginas. Narra-se o surpreendente drama da adolescente Maria Dorothea Joaquina de Seixas. Mulher, cuja mítica beleza inspirou o poeta-inconfidente Thomas Antonio Gonzaga a escrever uma das mais importantes obras literária:Marília de Dirceu. Sua história ocorrida em Vila Rica, capital de Minas Gerais, durante o final do século dezoito, teve como pano de fundo a Inconfidência Mineira. Este estudo concluído em oito anos de trabalho foi baseado em documentos originais, através dos quais o autor conseguiu resgatar o mais belo romance colonial brasileiro. A desconhecida historiografia da enigmática Maria Dorothea, ou melhor, da musa Marília de Dirceu, é revelada por primeira vez nesta intrigante e provocadora pesquisa. A obra inicia-se com o primeiro capítulo traçando o cenário para o romance entre Gonzaga e Marília, convidando o leitor a uma viagem através do tempo e da historiografia mineira a partir de finais do século dezessete com a descoberta das terras mineiras pelos bandeirantes, a fundação da Capitania de Minas Gerais e Vila Rica, seus primeiros arraiais e a descoberta de seus tesouros. Depois, revela como era o cotidiano da cidade de Vila Rica, a vida religiosa, militar e escravocrata. Revelando também a repressiva vida das mulheres, a marginalidade urbana, o cotidiano, as casas, mobiliários e utensílios, alimentação, hábitos e costumes, saúde e higiene, vestuário, lazer e ócio; revelando um panorama sobre o cotidiano de Vila Rica durante o século XVIII. O segundo capítulo, com o leitor já ambientado nesse período é detalhado a chegada do Dr. Thomas Antonio Gonzaga à Vila Rica, sua história, sua paixão pela musa, a formação da Arcádia Mineira, o surgimento do mito "Marilia de Dirceu", suas amizades, o noivado com Marília e a Conjuração Mineira. Em seguida, é descrita sua prisão, o sofrimento do poeta e dos inconfidentes, o degredo para Moçambique, seu casamento e morte. Paralelo a tudo isso, surge o terceiro capítulo resgatando a vida de Maria Dorothea (Marília), descrevendo aquele período crítico e repressivo. O exílio voluntário da musa à espera pela libertação do poeta que nunca ocorreu. Descrevem-se ainda, os problemas de família, a herança, o testamento e seus últimos anos de vida. No quarto capítulo estão descritos os mitos e as curiosidades sobre a enigmática musa, revelando segredos até então ocultos, conjeturando possibilidades históricas que revelam novos rumos à literatura brasileira e à historiografia mineira. Em seguida, um caderno de imagens, com mais de 130 fotografias de fontes primárias (documentos), paisagens mineiras e ouro-pretanas que estiveram intimamente ligadas à musa Marília, ficam expostas para provar as teorias do autor e satisfazer o fetiche e a curiosidade dos leitores. Nestes interessantes capítulos aliam-se segredos, revelam-se imagens de túneis e passagens secretas que existem até os dias atuais, tesouros escondidos, e finalmente algumas lendas são desmistificadas e outras ao mesmo tempo são comprovadas. Por último, uma genealogia completa sobre Marília é descrita com mapas, desde seus trisavôs (1647) até o seu falecimento em 1853. Além disso, um histórico genealógico descritivo de cada personagem é revelado em todos os seus detalhes. Finalmente, uma cronologia encerra a obra, fazendo um paralelo histórico tridimensional, sobre os acontecimentos que ocorreram em Vila Rica (Ouro Preto), o Brasil e o Mundo, desde o nascimento de Gonzaga (1744) até o falecimento de Marília. Encerrando assim um dos períodos mais controvertidos, enigmáticos e interessantes da literatura e da historiografia brasileira.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Apoio para o desenvolvimento da dissertação da aula de hoje!


A morte de Osama Bin Laden é uma notícia expectável há muito tempo, mas também inesperada. Muitos já nem colocavam a hipótese de encontrar o líder da Al-Qaeda. A escolha do timing para matar Bin Laden, pela administração Obama parece-me lógica, pois Obama entra triunfante no período pré-eleitoral, quando já perdia algum embalo, contudo poderá revelar-se extemporânea, ainda falta muito tempo, para a eleições e os créditos podem entretanto esgotar-se.
Por outro lado, o esforço de guerra que está a ser feito pelos Estados Unidos, no Iraque e no Afeganistão terá de diminuir drasticamente, em termos de presença de tropas no terreno, em virtude da sua dívida externa se estar a agravar diariamente, assim, a justificação para a retirada estratégica está encontrada.
A situação no mundo árabe é muito tensa. Nos países do Norte de África vivem-se dias de muita agitação, em alguns os ditadores caíram, outros estão em convulsão interna, contra os seus líderes. No Médio Oriente a questão Israelo-Palestiniana continua por resolver e, tudo isto faz aumentar a incerteza geopolítica no mundo.
Os barris de petróleo que todos querem, poderão transformar-se em barris de pólvora. O jogo geoestratégico em busca do petróleo, nesta zona do globo, onde estão 2/3 das reservas de petróleo do mundo, poderá estar a aproximar-se, de uma fase muito perigosa. O consumo global está a aumentar devido ao forte crescimento económico da China e da Índia. Desta forma, os produtores atingem o limite da sua produção e o mercado fica a beira da escassez, esta é a principal razão para os EUA reforçarem a sua hegemonia política e militar no Golfo Pérsico, foi o que acabou de acontecer com a intervenção ocidental na Líbia.
Esta operação da morte de Bin Laden poderá não ser assim tão positiva, como todos advogam a primeira vista. Convém não esquecer, que a Al-Qaeda não está organizada como uma estrutura organizacional tradicional, mas sim constituída em rede, os pólos que existem espalhados pelo mundo, a sua organização financeira não estavam directamente, sob o comando operacional de Bin Laden, portanto será expectável que haja um aumento da actividade terrorista a curto prazo. Nomeadamente, em países árabes onde existem convulsões internas, poderão ser alvo de ataques e incursões de grupos radicais, espalhando o caos e a desordem, vergando as populações através do terrorismo, o que afectaria grandemente os interesses americanos e ocidentais.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Faço revisão do seu texto.

Faço Revisão Textual e Gramatical: de Livros, de Artigos, Revistas, Trabalho Acadêmico, Monografia (TCC), Dissertação ou Tese. Revisão, Correção e Formatação de Trabalhos Acadêmicos de acordo com as normas específicas de sua Universidade ou de acordo com a ABNT.

Para serviços de correção e/ou formatação, envie seu trabalho para meu e-mail, para que eu retorne um orçamento.
Prazo de entrega médio: depende de cada tipo de serviço e depende também da complexidade de cada um.

Toda a comunicação é feita via e-mail.

Contatos:

fátimaassers38@hotmail.com
fatimaassers38@gmail.com

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Só para que você sinta o gostinho do que o espera na leitura de: Mia Couto. O fio das missangas. Companhia das Letras. - Valerá a pena ler!

Diálogo em contas - uma homenagem às Maria Metades

“A missanga, todas a vêem.
Ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as missangas.
Também assim é a voz do poeta: um fio de silêncio costurando o tempo.”

Meia culpa, meia própria culpa
(…) Nunca quis. Nem muito, nem parte. Nunca fui eu, nem dona, nem senhora. Sempre fiquei entre o meio e a metade. Nunca passei de meios caminhos, meios desejos, meia saudade. Daí o meu nome: Maria Metade.

Fosse eu invocada por voz de macho. Fosse eu retirada da ausência por desejo de alguém. Me tivesse calhado, ao menos, um homem completo, pessoa acabada. Mas não, me coube a metade de um homem. Se diz, de língua girada: o meu cara-metade. Pois aquele, nem meu, nem cara. E se metade fosse, não seria só a cara, mas todo ele, um semimacho. Para ambos sermos casal, necessitaríamos, enfim, de sermos quatro.
A meu esposo chamavam de Seis. Desde nascença ele nunca ascendeu a pessoa. Em vez de nome lhe puseram um número. O algarismo dizia toda a sua vida: despegava às seis, retornava às seis. Seis irmãos, todos falecidos. Seis empregos, todos perdidos.
E acrescento um segredo: seis amantes, todas actuais. Das poucas vezes que me falou, nunca para
mim olhou. Estou ainda por sentir seus olhos pousarem em mim. Nem quando lhe pedi, em momento de amor: que me desaguasse uma atenção. Ao que retorquiu:

- Tenho mais onde gastar meu tempo.
Engravidei, certa vez. Mas foi semiprenhez. Desconcebi, em meio tempo, meio sonho, meia esperança.
O que eu era: um gasto, um extravio de coisa nenhuma. Depois do aborto, reduzida a ninguém, meu sofrer foi ainda maior. Sendo metade, sofria pelo dobro…”


Homenagem à estas mulheres, na prosa crua, arguta e sensível de Mia Couto.
Meia culpa, meia própria culpa in: Mia Couto. O fio das missangas. Companhia das Letras.

Diálogo em Contas - O fio das missangas

Já muito depois de de janeiro, muita chuva… Meu projeto de ler um livro de literatura a cada inicio de ano, jaz malemolengo à espera. Começo hoje, a ler O fio das missangas, do Mia Couto, designado entre os seis para a primeira fase do PAAES da Universidade Federal de Uberlândia (UFU); é um livro de contos. Belo!
Mia Couto faz uma síntese de linguagem que irradia poesia - intraduzível em outras palavras, tem um ritmo próprio que combina palavras, períodos, pontuação. Uma morfologia singular; às vezes me lembra Borges, mas é mais visceral, cru.
Eu nunca sei para onde me conduz a leitura - desta vez há um fio…

“EVELINA: A BORDADEIRA
Na varanda, ia bordando Evelina, a mais nova. Seus olhos eram assim de nascença ou tinham clareado de tanto bordar? Certa vez, ela se riu e foi tão tardio, que se corrigiu como se alma estrangeira à boca lhe tivesse aflorado. Lhe doía se lhe dissessem ser bonita. Mas não diziam. Porque além do pai, só por ali havia as irmãs. E, a essas, era interdito falar de beleza. As irmãs faziam ponto final. Ela, em seu ponto, não tinha fim.
Dizem que bordava aves como se, no tecido, ela transferisse o seu calcado voo. Recurvada, porém, Evelina, nunca olhava o céu. Mas isso não era o pior. Grave era ela nunca ter sido olhada pelo céu.
Às vezes, de intenção, ela se picava. Ficava a ver a gota engravidar no dedo. Depois, quando o vermelho se excedia, escorrediço, ela nem injuriava. Aquele sangue, fora do corpo, era o seu desvairo, o convocar da amorosa mácula.

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Em ocasiões, outras, sobre o pano pingavam cristalindas tristezas. Chorava a morte da mãe? Não. Evelina chorava a sua própria morte.”

O Pagador de promessas - Algumas considerações


O Pagador de Promessas

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[Dias Gomes]


1. Aspectos estruturais

Trata-se de um texto escrito para teatro, ou seja, para ser levado ao palco, ser encenado. A peça é dividida em três atos, sendo que os dois primeiros ainda são subdivididos em dois quadros cada um. Após a apresentação dos personagens, o primeiro ato mostra a chegada do protagonista Zé do Burro e sua mulher Rosa, vindos do interior, a uma igreja de Salvador e termina com a negativa do padre em permitir o cumprimento da promessa feita. O segundo ato traz o aparecimento de diversos novos personagens, todos envolvidos na questão do cumprimento ou não da promessa e vai até uma nova negativa do padre, o que ocasiona, desta vez, explosão colérica em Zé do Burro. O terceiro ato é onde as ações recrudescem, as incompreensões vão ao limite e se verifica o dramático desfecho.

2. Enredo

Primeiro ato. Primeiro quadro.

A ação da peça tem início nas primeiras horas da manhã [4 e meia], numa praça, em frente a uma igreja, em Salvador. O personagem denominado Zé do Burro carrega uma cruz e se aloja na frente da igreja. A seu lado Rosa, sua mulher, apresentada como tendo 'sangue quente' e insatisfação sexual. Zé espera a igreja abrir para cumprir sua promessa, feita a Santa Bárbara. Aparecem no lugar, algum tempo depois, Marli e Bonitão: ela prostituta; ele, gigolô. Há uma clara relação de exploração e dependência entre eles. Encontrando Zé, Bonitão dirige-se a ele e percebe ser alguém ingênuo. Rosa, por sua vez, conversando com o gigolô, queixa-se de Zé, contando que ele, na sua promessa, dividiu suas terras com lavradores pobres. Percebendo a ingenuidade, Bonitão propõe-se a providenciar um local para Rosa descansar. Zé não só aceita, como incentiva. Saem os dois, Bonitão e Rosa, de cena.

Segundo quadro.

Aos poucos, começa o movimento ao redor da praça. Aparecem a Beata, o sacristão e o Padre Olavo, titular da igreja. Zé explica a promessa: Nicolau foi ferido com a queda de uma árvore; estando para morrer, Zé fez a promessa. O burro - Nicolau é um burro! - salva-se. Ingenuamente, Zé revela ter usado as rezas de Preto Zeferino e feito a promessa num terreiro de candomblé, a Iansã, equivalente afro de Santa Bárbara. O padre fica escandalizado. Estabelece-se o conflito. O sincretismo Iansã-Santa Bárbara, natural para Zé do burro, é um grandioso pecado para o padre. A situação agrava-se com a revelação da divisão de terras. Impasse. O padre manda fechar a igreja e proíbe o cumprimento da promessa. Zé do burro fica atônico.

Segundo ato. Primeiro quadro.

Duas horas mais tarde, já a movimentação no lugar é intensa. O Galego, dono do bar, abriu seu estabelecimento. Surgem Minha Tia, vendedora de acarajés, carurus e outras comidas típicas, Dedé Cospe-Rima, poeta popular, ao estilo repentista e o Guarda. Zé do burro quer cumprir a promessa. O Guarda tenta intervir. Rosa reaparece com 'ar culpado'. Chega o Repórter. Seguindo a linha do oportunismo sensacionalista, o repórter quer tirar vantagens da história de Zé do Burro. Quer torná-lo um mártir, para virar notícia. Enquanto isso descobre-se que Rosa transou com Bonitão. Marli faz um pequeno escândalo, denunciando a história Rosa-Bonitão.

Segundo quadro.

Três da tarde, Dedé oferece poemas para Zé, a fim de derrotar o Padre. Aparecem, em momentos subseqüentes, o capoeirista Mestre Coca e o policial, o Secreta, chamado por Bonitão, ficando ambos, por enquanto, nas cercanias. Zé começa a perder a paciência e arma uma gritaria. O padre reage. Chega o Monsenhor, autoridade da igreja, propondo a Zé uma solução: ele, Monsenhor, na qualidade de representante da Igreja, pode liberar Zé da promessa, dando-a por cumprida. Zé não aceita, dizendo que promessa foi feita à Santa e só ela poderia liberá-lo. Segue o impasse. Zé explode novamente e avança com a cruz sobre a Igreja. O padre fecha a porta. Zé, já desesperado, bate com a cruz na porta. O drama é total.

Terceiro ato.

Entardecer. Muita gente na praça e nos arredores da Igreja. Há uma roda de capoeira. O Galego, oportunista, oferece comida grátis a Zé, pois a história está trazendo movimento ao seu bar. O Secreta, no bar, avisa que a polícia prenderá Zé, ameaçando os capoeiristas, caso eles interfiram. Marli volta. Ofende Rosa, ofende Zé. O protagonista parece mudar de atitude. Resolve ir embora 'à noite'. Rosa quer ir embora já. Conta que Bonitão avisou a polícia. Retorna o repórter, que tenta montar um verdadeiro circo em torno do Zé, com o objetivo de vender o jornal. Chega Bonitão e convida Rosa para ir com ele. Zé pede a ela para ficar. Rosa hesita, a princípio, mas, em seguida, vai com Bonitão. Mestre Coca avisa Zé sobre a chegada da polícia. Zé está perplexo: 'Santa Bárbara me abandonou'. Da igreja saem o Sacristão, o Guarda, o Padre e o Delegado. Tensão da cena acentua-se. Zé ainda tenta, ingênua e inutilmente, explicar alguma coisa. Ao ser cercado, puxa uma faca. As autoridades reagem. Os capoeiristas também. Briga e confusão. De repente, um tiro espalha gente para todos os lados. Zé é mortalmente ferido. Mestre Coca olha para os companheiros, que entendem a mensagem. Os capoeiristas tomam o corpo do Zé colocam-no sobre a cruz e, ignorando padre e polícia entram na igreja, carregando a cruz.

3. Comentário

A peça de Dias Gomes tem nítidos propósitos de evidenciar certas questões socio-culturais da vida brasileira, em detrimento do aprofundamento psicológico de seus personagens. Assim, ganha força no drama a visão crítica quanto:

a] à intolerância da Igreja católica, personificada no autoritarismo do Padre Olavo, e na insensibilidade do Monsenhor convocado a resolver o problema;

b] à incapacidade das autoridades que representam o Estado - no episódio, a polícia - de lidar com questões multiculturais, transformando um caso de diferença cultural em um caso policial;

c] à voracidade inescrupulosa da imprensa, simbolizada no Repórter, um perfeito mau-caráter, completamente desinteressado no drama do protagonista, mas muito interessado na repercussão que a história pode ter;

d] ao grande fosso que separa, ainda, o Brasil urbano do Brasil rural: Zé do Burro não consegue compreender por que lhe tentam impedir de cumprir sua promessa; os padres, a polícia, a imprensa não conseguem compreender quem é Zé do Burro, sua origem ingênua, com outros códigos culturais, outras posturas. Além disso, a peça mostra as variadas facetas populares: o gigolô esperto, a vendedora de quitutes, o poeta improvisador, os capoeiristas. O final simbólico aponta em duas direções. Em primeiro lugar a morte do Zé do Burro mostra-se com fim inevitável para o choque cultural violento que se opera na peça: ninguém, entre as autoridades da cidade grande, é capaz de assimilar o sincretismo religioso tão característico de grandes camadas sociais no Brasil, especialmente no interior nordestino. Em segundo lugar, a entrada dos capoeiristas na igreja, carregando a cruz com o corpo, sinaliza para rechaçar a inutilidade daquela morte: os populares compreenderam o gesto de Zé do Burro.


Questão discursiva - O Pagador de promessas

Questão 01
A leitura do trecho de O Pagador de Promessas, de Dias Gomes, abaixo, nos remete ao problema da grande concentração de terras no Brasil, onde poucos latifúndios ocupam a maior parte do total da área brasileira.
(...)
ROSA
E não foi só isso. Ele prometeu também repartir o sítio com
aquela cambada de preguiçosos.

Que preguiçosos. Gente que quer trabalhar e não tem terra.
REPÓRTER
Repartir o sítio... Diga-me, o senhor é a favor da reforma
agrária?

(Não entende). Reforma agrária? Que é isso?
REPÓRTER
É o que o senhor acaba de fazer em seu sítio. Redistribuição
das terras entre os lavradores pobres.

E não estou arrependido moço. Fiz a felicidade de um bocado
de gente e o que restou pra mim dá e sobra.
[...]
REPÓRTER
Mas, e se os sem-terra resolvessem se apossar das terras não
cultivadas?

Ah, era muito bem feito. A terra deve ser de quem trabalha.
(...)
Fonte: GOMES, Dias. Segundo Ato. In: O Pagador de Promessas. 44ª. ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2006. p. 88-89.

a) Vários conflitos ocorreram ao longo da história com o objetivo de promover uma melhor distribuição das terras. No final do século XIX e no início do século XX, dois desses conflitos, envolvendo questões fundiárias e messiânicas (religiosas), resultaram em guerras.

Cite quais foram as duas guerras, bem como as regiões em que ocorreram.

b) Os diversos conflitos fizeram surgir duas figuras que estão frequentemente envolvidas nas disputas pela posse da terra: o posseiro e o grileiro. Caracterize as figuras do posseiro e do grileiro e cite o Complexo Regional Brasileiro que, atualmente, mais sofre com a ação dos grileiros.

Fonte:COPERVE CONCURSO VESTIBULAR-UFSC/2009 – SUPLEMENTAR PROVA 3

Figuras de linguagem - ATIVIDADES

Não deixe de ver os vídeos na postagem abaixo.

Leio o artigo sobre Figuras de linguagem

Questões:

01. (VUNESP) No trecho: "...dão um jeito de mudar o mínimo para continuar mandando o máximo", a figura de linguagem presente é chamada:

a) metáfora
b) hipérbole
c) hipérbato
d) anáfora
e) antítese


02. (PUC - SP) Nos trechos: "O pavão é um arco-íris de plumas" e "...de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira..." enquanto procedimento estilístico, temos, respectivamente:

a) metáfora e polissíndeto;
b) comparação e repetição;
c) metonímia e aliteração;
d) hipérbole e metáfora;
e) anáfora e metáfora.


03. (PUC - SP) Nos trechos: "...nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta pra lá faltava nas estantes do major" e "...o essencial é achar-se as palavras que o violão pede e deseja" encontramos, respectivamente, as seguintes figuras de linguagem:

a) prosopopéia e hipérbole;
b) hipérbole e metonímia;
c) perífrase e hipérbole;
d) metonímia e eufemismo;
e) metonímia e prosopopéia.


04. (VUNESP) Na frase: "O pessoal estão exagerando, me disse ontem um camelô", encontramos a
figura de linguagem chamada:

a) silepse de pessoa
b) elipse
c) anacoluto
d) hipérbole
e) silepse de número


05. (ITA) Em qual das opções há erro de identificação das figuras?

a) "Um dia hei de ir embora / Adormecer no derradeiro sono." (eufemismo)
b) "A neblina, roçando o chão, cicia, em prece. (prosopopéia)
c) Já não são tão freqüentes os passeios noturnos na violenta Rio de Janeiro. (silepse de número)
d) "E fria, fluente, frouxa claridade / Flutua..." (aliteração)
e) "Oh sonora audição colorida do aroma." (sinestesia)


06. (UM - SP) Indique a alternativa em que haja uma concordância realizada por silepse:

a) Os irmãos de Teresa, os pais de Júlio e nós, habitantes desta pacata região, precisaremos de muita força para sobreviver.
b) Poderão existir inúmeros problemas conosco devido às opiniões dadas neste relatório.
c) Os adultos somos bem mais prudentes que os jovens no combate às dificuldades.
d) Dar-lhe-emos novas oportunidades de trabalho para que você obtenha resultados mais satisfatórios.
e) Haveremos de conseguir os medicamentos necessários para a cura desse vírus insubordinável a qualquer tratamento.


07. (FEI) Assinalar a alternativa correta, correspondente à figuras de linguagem, presentes nos fragmentos abaixo:

I.   "Não te esqueças daquele amor ardente que já nos olhos meus tão puro viste."

II.  "A moral legisla para o homem; o direito para o cidadão."

III. "A maioria concordava nos pontos essenciais; nos pormenores porém, discordavam."

IV. "Isaac a vinte passos, divisando o vulto de um, pára, ergues a mão em viseira, firma os olhos."

a) anacoluto, hipérbato, hipálage, pleonasmo;
b) hipérbato, zeugma, silepse, assíndeto;
c) anáfora, polissíndeto, elipse, hipérbato;
d) pleonasmo, anacoluto, catacrese, eufemismo;
e) hipálage, silepse, polissíndeto, zeugma.


08.
(FEBA - SP) Assinale a alternativa em que ocorre aliteração:

a) "Água de fonte .......... água de oceano ............. água de pranto. (Manuel Bandeira)
b) "A gente almoça e se coça e se roça e só se vicia." (Chico Buarque)
c) "Ouço o tique-taque do relógio: apresso-me então." (Clarice Lispector)
d) "Minha vida é uma colcha de retalhos, todos da mesma cor." (Mário Quintana)
e) N.d.a.

                         
09. (CESGRANRIO) Na frase "O fio da idéia cresceu, engrossou e partiu-se" ocorre processo de gradação. Não há gradação em:

a) O carro arrancou, ganhou velocidade e capotou.
b) O avião decolou, ganhou altura e caiu.
c) O balão inflou, começou a subir e apagou.
d) A inspiração surgiu, tomou conta de sua mente e frustrou-se.
e) João pegou de um livro, ouviu um disco e saiu.


10. (FATEC) "Seus óculos eram imperiosos." Assinale a alternativa em que aparece a mesma figura de linguagem que há na frase acima:

a) "As cidades vinham surgindo na ponte dos nomes."
b) "Nasci na sala do 3° ano."
c) "O bonde passa cheio de pernas."
d) "O meu amor, paralisado, pula."
e) "Não serei o poeta de um mundo caduco."



Resolução:

01. E 02. A 03. E 04. E
05. C 06. C 07. B 08. B
09. E 10.C

quarta-feira, 9 de março de 2011

Orientação para trabalhos acadêmicos.

Orientação programada em aulas.

Conforme a necessidade do aluno.
- Projeto de Pesquisa
- Resumos
- Resenhas
- Fichamento
- Artigo científico
- Monografia
- Teses
-Estudo de caso
-Apresentações no data show
-Ditação e formatação.
- Preço de acordo com o número de aulas.
-Valor hora/aula - 40,00 

Maiores informações pelo email: fatimaassers38@hotmail.com 
ou pelos telefones:
(34)32245586
(34)9149 2401 


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A gramática que não ensina o certo (nem o errado)

Linguista defende o ensino do português falado no Brasil. Para ele, a aprendizagem da língua deveria ocorrer de um modo exatamente contrário ao vigente: "do texto à sílaba, e não o inverso".
Por: Thiago Camelo
Publicado em 03/08/2010 | Atualizado em 03/08/2010
A gramática que não ensina o certo (nem o errado)
O linguista Ataliba Teixeira de Castilho é tietado na SBPC. Dezenas de professores-fãs foram assistir à sua conferência (foto: Thiago Camelo).
Quinta-feira passada, reta final da reunião anual da SBPC. Em Natal (RN), o renomado linguista Ataliba Teixeira de Castilho faz conferência sobre uma das correntes de estudo que ele ajudou a fundar: a pesquisa sobre o português brasileiro.
Ataliba tem fala bem mansa e simpática. Não imposta a voz. Ao contrário, às vezes come letras, suprime sílabas. E a verdade é que não tem a melhor das dicções. Parece saber disso e não ligar.
Não liga, muito provavelmente, porque defende justamente o estudo do português falado nas ruas. Coordena, inclusive, um grupo de nome autoexplicativo, o Para uma História do Português do Brasil.
O PHPB, como é mais conhecido, é um congregação de professores espalhados por 11 estados do país que se propõe a pesquisar, de modo colaborativo e coletivo, os meandros do português brasileiro.
Dos estudos desse grupo, já saíram dezenas de livros sobre o tema. O mais conhecido é o projeto de cinco volumes da Gramática do português culto do Brasil.
Este ano, Ataliba lançou o seu novo livro: a Nova gramática do português brasileiro
Este ano, Ataliba lançou o seu novo livro. Mais uma tentativa de se aprofundar no português falado por aqui. É a Nova gramática do português brasileiro.
Na SBPC, seguimos o professor no caminho até a livraria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (a UFRN sediou o evento). Era dia do lançamento de seu novo livro por lá.
Nova gramática
Ataliba – tratado como estrela pop pelos professores que acompanharam sua conferência – parecia alheio à badalação ao seu entorno. É de tipo raro, daqueles que parecem viver desligados da vaidade e das chancelas acadêmicas (ele tem vínculo como professor e pesquisador na Universidade Estadual de Campinas e na Universidade de São Paulo).
No percurso dentro do campus, o linguista conversou conosco sobre a situação atual do português brasileiro no país.
"Português não é uma língua difícil, é uma língua mal ensinada", diz o professor.
CH On-line: Ainda há sentido na expressão 'língua culta'?
Ataliba Teixeira de Castilho: A opção pela língua culta é puramente política. A língua culta é a língua do Estado. A questão é que não há uma diferença muito grande entre a língua culta e a popular, das pessoas não escolarizadas. O que nós notamos nesses últimos anos é que houve uma aproximação bem grande entre ambas. Isso relativizou um pouco este rótulo 'língua culta'.
Eu acho que o ensino deveria tirar o foco dessa questão e se voltar mais para a forma como um falante comum produz a linguagem. É um deslocamento de ponto de vista importante para o ensino, porque não é excludente. Ao contrário, é mais científico e mais interessante.
Mas aí vem a questão: como inserir o ensino do português brasileiro nas salas de aula do ensino básico?
"Uma boa estratégia de ensino é refletir com os alunos sobre como essa língua foi adquirida e como eles se desenvolvem ao falar o português"
A questão agora realmente é produzir uma gramática para o uso escolar. Bom, os alunos já falam a língua. Uma boa estratégia é refletir com os alunos sobre como essa língua foi adquirida e como eles se desenvolvem ao falar o português. Que mecanismos mentais acionam para poder falar e escrever. Ou seja, fazer uma espécie de arqueologia da língua que eles já falam e já escrevem antes de tentar aprimorar uma coisa ou a outra.
Agindo assim, você ajuda o aluno a ter um entendimento linguístico melhor, o que acaba se refletindo na sua vida prática.
E como se daria, no dia a dia, esse tipo de ensino?
A primeira pergunta seria a seguinte: o que acontece quando as pessoas conversam? Que conhecimento linguístico nós revelamos enquanto conversamos?
Depois de esgotar essa agenda em sala de aula, a ideia é produzir um texto e perguntar: como esse texto está organizado, como a linguagem difere de uma interação livre? Que tipo de processo se desenvolveu? Falar da elaboração e das intercalações do tema, das voltas que a gente dá.
A terceira etapa é focalizar a parte menor que está dentro do texto. Essa unidade é a sentença. Aqui vamos verificar como se estruturou a sentença, que tipo de sintaxe se juntou, que tipos essa sentença tem...
E o ensino das regras de gramática que conhecemos hoje?
Só depois de tudo isso entramos nessas questões mais profundas. E sempre a partir do material fornecido pelos próprios alunos. Indicando ao estudante: "olha o conhecimento que você já tinha e não tinha consciência que tinha".
Quando esgotarmos a pauta da sintaxe, vamos para a morfologia, que é a estrutura das palavras, e finalmente para a fonética.
No fundo, eu proponho uma estrutura inversa da convencional. Proponho que se comece pelo texto para, só no final, chegar nos sons. Ou seja, nas vogais, consoantes e sílabas.
Não podemos começar ensinando algo abstrato na vida dos alunos. Depois saem por aí dizendo que português é uma língua difícil. Não é uma língua difícil. É uma língua mal ensinada.   

Thiago Camelo

Ciência Hoje

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Escola de competências ...Lançamento de diversos cursos em março de 2011!


Criatividade em Produção TextualEscrita e medo
Uma excelente oportunidade para começar o semestre letivo dedicando-se ao aprimoramento do seu texto, de forma lúdica e eficaz! A prova de Redação ou Produção Textual é fator cada vez mais decisivo em concursos, vestibulares e como classificatória, na nova prova do Enem. Além de ser critério de desempate em muitas provas, seu peso relativo tem-se tornado maior, em diversas instituições.  E ainda, nas PROVAS ABERTAS, em qualquer disciplina, a CLAREZA, a COERÊNCIA, a COESÃO e o PODER DE SÍNTESE são ingredientes indispensáveis, representando a diferença, na hora da disputa por uma vaga.
Discutiremos ainda, as relações secretas, mas cruciais, que ligam o medo à criação de textos e à própria existência.
Pensar o medo de escrever, pensar a resistência à escrita, é sempre uma das maneiras mais interessantes e potentes de libertar-se para o ato de escrever. Como idéia guia uma frase de Clarice Lispector: “Com medo ninguém escreve.”

Carga horária
- Doze horas-aula, distribuídas em quatro semanas.

Escola de competências
Rua duque de Caxias, 720
Fones: 3224 5586 – 9149 2401 

Oficinas para professores
As vagas serão limitadas
A lista de material da oficina escolhida será entregue no ato da inscrição ou enviada por email.

Contando histórias: imaginação e encantamento
Acontece: dias 29 e 30 de março de 2011
Manhã: 7:30 h às 11:30 h
Tarde: 13h às 17h
Investimento: 80,00

Objetivos específicos da oficina
Sensibilizar a todos que se interessem pela arte de contar histórias da sua importância na formação do indivíduo quer como instrumento de ensino e autoconhecimento, como ferramenta na busca de uma maior expressividade artística e verbal ou como elemento dinamizador de grupos e da leitura em instituições;
* Incentivar educadores e interessados em geral a utilizar a narração de histórias como valioso recurso na educação e formação do ser humano.


Oficina de produção de materiais de alfabetização
Acontece: dia  06 de abril de 2011
Manhã: 7h às 12h
Tarde:13:30 às 18:30
Investimento: 80,00
Jogos na educação matemática: aprendizagem e prazer.
Acontece: dias 12 e 13 de abril
Manhã: 7:30 h às 11:30 h
Tarde: 13h às 17h
Investimento: 80,00

Práticas de leitura, escrita e reflexão  -  curso para crianças
Trata-se de um curso para crianças que inclui as habilidades como ouvir, falar, ler, escrever e pensar.

Aulas modernas e dinâmicas e que iniciam os pequenos à reflexão e estimulo à leitura.
“Guimarães Rosa me disse uma coisa que jamais esquecerei tão feliz me senti na hora: disse que me lia "não para a literatura, mas para a vida"
Clarice Lispector.

·        As atividades serão específicas por faixa etária

Carga horária:  Semestral - 18 aulas
Turmas: Manhã e tarde
8 h às 12h  e  13h às 17hs
Início : 18 de março
Valor: 5 parcelas de R$ 130,00

Aprender assusta? Ler é complicado?

Dinamize-se - Atualize-se - Qualifique-se 

Falar em público (oratória), leitura dinâmica, técnicas de memorização e gerenciamento do tempo são vantagens dos  profissionais da Era da competência.

Carga horária
Dezesseis horas-aula.
Início das aulas
16 de março de 2011

Nós da ESCOLA DE COMPETÊNCIAS formamos uma equipe que acredita na Educação para o Desenvolvimento Humano como principal foco de sua atuação cotidiana. Apostamos na criatividade como uma competência, que pode ser gerida, incrementada e potencializada, por meio de técnicas específicas, eficazes, multidisciplinares, que investe na transdisciplinaridade, encarando o aprendiz como fonte transbordante de possibilidades.Protagonistas de sua história de aprendizagem.  Venha nos conhecer!


Postagem em destaque

Curso completo: Português para concursos – com bônus de Redação - em Uberlândia - Aulas particulares

Nesse curso, além das aulas de Língua portuguesa, todo aluno matriculado, receberá - totalmente de graça - suporte à prática de re...