quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Curso de redação de negócios – Empresarial, oficial, crítica




Desenvolvendo competências na leitura e na escrita.

Experimentar, vivenciar, expressar! Escrever pode ser um processo construtivo e divertido.


Vencer desafios gramaticais e descobrir, na prática, o que precisa ser reconstruído, aperfeiçoado, em ricos e divertidos exercícios de aprendizado.


Há algum tempo, o processo seletivo exigia apenas que o candidato demonstrasse habilidades na área da pretendida atuação profissional. 

Hoje, no entanto, as empresas, cada vez mais, empregam ferramentas que possam testar o raciocínio, a capacidade de expressão, a organização dos pensamentos, a coerência, e uma mínima bagagem cultural do candidato aos futuros quadros corporativos. 

Assim, a redação tem sido com muita frequência, parte fundamental do processo de seleção profissional.  

Criamos um espaço para tornar criativamente saudável a sua aprendizagem de produção textual.

Venha nos conhecer.

Ligue para agendar seu horário: (34) 9 9149 2401 (Whatsapp)



Fátima Oliveira

Mestre em educação. Especialista em literatura, retórica, argumentação e PNL. Graduada em Letras, Pedagogia e Normal superior. Professora de redação em cursinhos pré vestibulares em cidades como São Paulo e Rio de janeiro. Fundadora e idealizadora da Escola Palavra Perfeita. Ministra treinamentos em empresas como Vale card, Bradesco, Unimed, Grupo Zaffari e outros.




               

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Curso de Redação para o vestibular de Medicina IMEPAC ARAGUARI - 2018


Curso  de Redação - preparatório  para o vestibular IMEPAC ARAGUARI 2018 
Matrículas abertas.

Aulas particulares ou em pequenos grupos

Ligue para verificar a existência de vagas:

(34) 9 9149 2401 (Whatsapp)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Proposta - artigo de opinião - UFU - Vestibular 2018

A Escravidão contemporânea e seus Efeitos no Brasil


                                                      Produção de cana-de-açúcar é atrelada à intensa exploração
                                                              de trabalhadores (Foto: VERENA GLASS/ REPÓRTER BRASIL)



A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um ARTIGO DE OPINIÃO em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema: A Escravidão contemporânea e seus Efeitos no Brasil

******************************************************

O Brasil foi a última nação do mundo ocidental a abolir o trabalho escravo de forma oficial, o que ocorreu no final do século XIX. No entanto, em termos práticos, esse problema continua a existir nos dias atuais. Informações recentes estimam a ocorrência de 200 mil trabalhadores no país vivendo em regime de escravidão, segundo dados do Índice de Escravidão Global, elaborado por Organizações Não Governamentais (ONGs) ligadas à Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Primeiramente, é importante o estabelecimento da definição do que seja considerado, propriamente, o regime de escravidão. Segundo a OIT, é considerado escravo todo o regime de trabalho degradante que prive o trabalhador de sua liberdade. Isso ocorre no Brasil, em maior parte, em espaços rurais distantes de centros urbanizados e rotas de transporte para fuga, onde os trabalhadores são geralmente coagidos a continuarem laborando sob a alegação da existência de dívidas com fazendeiros.
Mas esse tipo de ocorrência nem sempre ocorre dessa forma e também não é algo exclusivo do meio agrário. Em setembro de 2013, por exemplo, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) denunciou a existência de trabalhadores em regime de escravidão nas obras de ampliação do Aeroporto de Guarulhos, no estado de São Paulo.
Em termos práticos, é possível afirmar que o trabalho escravo nunca foi abolido totalmente no território nacional. No entanto, apenas em 1995 o governo reconheceu oficialmente perante a OIT a existência desse tipo de problema no país, embora este tenha sido um dos primeiros no mundo a realizar esse tipo de pronunciamento. Atualmente, apesar da grande quantidade de trabalhadores escravizados no país, o Brasil é considerado internacionalmente um dos países mais avançados em esforços governamentais e não governamentais para acabar com esse problema.
Geograficamente, é possível visualizar a ocorrência de trabalho escravo no Brasil no mapa a seguir:



Não por coincidência, as manchas mais escuras no mapa indicam um maior número de trabalhadores escravizados resgatados nas zonas de expansão da fronteira agrícola do país, atingindo, em maior parte, trechos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Nessas zonas, onde o processo de desmatamento ainda está em curso, não há a adoção de técnicas agrícolas mais avançadas, além de apresentarem condições geográficas que dificultam a fiscalização, como a floresta densa, isso sem falar nas relações políticas de poder local.

O Brasil, segundo um ranking elaborado pela Organização Não Governamental Walk Free Foundation, ocupa a 94ª posição no mundo entre os países que, proporcionalmente à sua população, mais possuem trabalhadores em regime de escravidão. Apesar de as ações brasileiras serem consideradas exemplares internacionalmente, o país ainda encontra dificuldades em avançar nessa questão, pois esbarra em vários interesses, principalmente de latifundiários.

Um exemplo é o caso da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 57-A/1999) que pretende endurecer as leis sobre o tema, a chamada PEC do Trabalho Escravo. Essa proposta tramita desde 1999 no legislativo e encontra dificuldade em sua aprovação, com recusas pautadas em argumentos frágeis, como o de que o conceito de trabalho escravo no Brasil não é bom, o que não é verdade segundo a maioria das entidades e ONGs que atuam nesse assunto.

O problema, na verdade, é que essa PEC propõe questões que desagradam profundamente muitos entre os grandes proprietários de terras, como o confisco de propriedades onde o trabalho escravo foi flagrado e o seu destino para a Reforma Agrária, sem indenização ao proprietário.

Apesar de o Brasil registrar recentes avanços no combate à escravidão de forma definitiva, ainda há muitos problemas que ainda precisam ser diagnosticados e erradicados, haja vista o grande número de pessoas estimadas vivendo em condições sub-humanas de trabalho. O escravismo é considerado internacionalmente uma violação grave aos direitos humanos, no sentido de explorar e privar o ser humano do exercício de sua liberdade.

O Poder da Informação

Na maioria das vezes, os trabalhadores explorados não possuem discernimento dos próprios direitos. Sobretudo pelo fato de afrontarem repetidamente circunstâncias do gênero. O depoimento do Sr. Valdeni da Silva Medeiros confirma essa realidade:
Fui muito, muito escravizado na época. Mas eu não sabia. Pra mim, viver naquele tipo era a maneira que tinha que viver mesmo. Não tinha noção do trabalho escravo. Pra mim, era normal viver aquilo.  (Pág 32 – Cartilha Repórter Brasil)

A partir deste testemunho fica evidente como a informação assume papel fundamental na luta contra o trabalho escravo. A este escopo, a ONG desenvolve programas educacionais e formações que favorecem a conscientização da comunidade e a decorrente prevenção do problema. A prevenção, junto à assistência à vítima e a repressão do crime constituem os pilares no combate ao trabalho escravo.  Mediante a iniciativa “Escravo, nem pensar!!”, foram desenvolvidos 14 projetos comunitários, abrangendo sete estados brasileiros. No âmbito escolar, as questões foram tratadas por meio da elaboração de cartilhas educativas, que transparecem uma didática simples, interativa e eficiente. Já nas comunidades, foram efetuados programas de geração de renda, o que favorece a contenção do fenômeno de migração forçada e contribui para a estadia dos moradores em suas próprias terras. Além disso, tais medidas possibilitam a autonomia de ação e a mobilização dos próprios protagonistas, formando uma “rede de proteção ao trabalhador”. 

Fontes: http://nossacausa.com/o-trabalho-escravo-nos-dias-de-hoje/

Clique aqui e aprenda a escrever um artigo de opinião.

Para ter o seu texto corrigido,  Visite e curta a nossa página no facebook. Poste o seu texto como mensagem.após 5 dias você receberá a correção gratuita do seu texto.
Contato: (34) 9 9149 2401 (Whatsapp)

Repórter BrasilTotal de resgatados

2013





Aprenda a escrever um Artigo de opinião – vestibular UFU 2018 - em Uberlândia


Modelo de artigo de opinião

O roubo do direito de ser criança


Preparar bem as crianças de agora implica, de maneira lógica, em ter uma sociedade melhor no futuro. É pensar o porquê atualmente, diante de grandes índices de violência, tantos menores de idade estão nessas estatísticas. Nessa perspectiva, é pensar que essa criança, esperança do futuro, vê-se numa encruzilhada vital tão cedo: trabalha, pratica crimes ou morre.


Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, o Brasil tinha 4,6 milhões de trabalhadores com idade entre 10 e 17 anos, e 3 milhões com idade inferior a 14. Segundo esses dados, 56,63% nada recebem por seu trabalho. Eis o roubo do direito de ser criança. Retiram-lhe, de maneira violenta, esse direito tão essencial comprometendo os fatores biológicos, psicológicos, intelectuais e morais, numa fase de extrema importância da vida.


Ao invés de carrinhos, bonecas, brinquedos, uma enxada. Já que, pais, que talvez quisessem educar, precisam ensinar o trabalho. Note bem a diferença entre educar e ensinar. Falta dinheiro para comprar comida, roupa, bonecas, carrinhos. Alguns, talvez munidos de sua educação mais privilegiada, hão de pensar que não configura motivo para a delinquência o fato de trabalhar desde cedo, afinal o trabalho é dignificante.


O trabalho é digno quando é exercido de forma digna. Porém, não existe dignidade sem educação de qualidade e, não há dignidade em crianças de 10 anos trabalhando em meios insalubres, perigosos, em jornadas diárias superiores a 12 horas. Assim como, não há filhos de médicos, advogados, empresários trabalhando assim.


Se fosse digno, portanto todos, desde a infância assim trabalhariam. Crianças devem ser crianças. Esse tipo de trabalho não pode nem deve ser alternativa aos menores de idade porque marginaliza, tira deles um direito essencial de maneira tão violenta quanto àqueles que com uma arma roubam dez reais. Por isso, a importância da máxima de Rui Barbosa: “Aos iguais, tratamento igual; aos desiguais, tratamento desigual”.

JOSÉ ANTÔNIO MIGUEL é estudante de Direito na Universidade Estadual de Londrina Texto retirado do jornal Folha de Londrina de 13/10/2007



O que as cores acima representam:


Introdução
Tese
Conectivos
Argumentos
Estratégias argumentativas
Retomada da Tese
Crítica ao problema
Retomada do tema


A estrutura do artigo de opinião


        Introdução


  • Contextualização e/ou apresentação da questão que está sendo discutida.
  • Explicitação do posicionamento assumido.

     

                   Desenvolvimento


  • Utilização de argumentos para sustentar a posição assumida. = Fatos
  • Estratégias argumentativas = antecipação de possíveis argumentos contrários à posição assumida = Utilização de argumentos que refutam a posição contrária.


      Conclusão


Clique aqui e conheça nosso curso para o Vestibular UFU 2018

  • Ênfase ou retomada da tese ou posicionamento defendido.
  • Crítica ao problema apresentado ou sugestões de solução.
  • Retomada do tema  .


Para analisar o seu artigo tenha sempre as seguintes questões em mente:


O contexto de produção do artigo de opinião


Todo texto é produzido em um contexto de produção, pois quem escreve, o faz pensando em certos elementos que interferem no sentido: existe uma intenção do autor ao escrever, e essa intenção está direcionada a quem vai ler o seu texto.

O autor também se atém a um determinado tempo e lugar, a divulgação é feita em determinado veículo: jornal, revista, rádio, televisão. Esses são elementos que criam um elo entre autor e leitor.

O produtor de um artigo de opinião busca construir para os leitores uma imagem de si mesmo, mostrando seus conhecimentos e autoridade (MÁSCARA) sobre o tema tratado, através da razão e da lógica, sustentando sua posição.

Geralmente, quem lê o artigo de opinião é alguém que de alguma forma se interessa por questões polêmicas, ou porque está sendo afetado pela questão em si, ou porque se interessa por assuntos que envolvem a sociedade.

A sua leitura é restrita a uma elite sociocultural que tem acesso aos meios de circulação. A circulação do artigo de opinião ocorre em jornais e revistas impressos ou on-line, rádio e televisão. E tem o objetivo de influenciar o posicionamento dos leitores/ouvintes em relação a uma questão controversa.



Leia o artigo com atenção e encontre os elementos do contexto de produção:


  1. Autor do texto e seu papel social:  Nesse caso, essa será a máscara usada por você, para adquirir autoridade na discussão do tema.
  2. Os interlocutores e representação social: Para quem o artigo foi escrito? A quem interessa a leitura?
  3. Finalidade ou objetivo:
  4. Época e meio de circulação:
  5. O papel social assumido influencia no posicionamento do autor? De que forma?
  6. Qual o posicionamento do autor sobre o tema abordado? Qual a tese para a qual se propõe discussão?
  7.   Os argumentos utilizados são convincentes? Porque? 


A importância dos organizadores textuais e aspectos 

linguísticos

Nenhum discurso é neutro, por mais que se tente ser objetivo. Todo discurso é carregado de intenções, que são reconhecidas pelas marcas linguísticas presentes nos enunciados. Essas marcas são resultantes da escolha das palavras que compõem o enunciado, produzem efeitos de sentidos e por isso são elementos relevantes na exposição de argumentos.

Quando escrevemos um texto, devemos organizar nossas idéias de maneira que se tenha uma sequência, uma conexão entre as partes, formando um sentido geral no texto. A escolha de certas palavras não é por acaso.

As conjunções, que também são conhecidas como conectivos, fazem esse papel de conectar, num texto escrito, as partes entre si. Introduzir um argumento, acrescentar argumentos novos, indicar oposição a uma afirmação anterior, concluir, estas são algumas das funções dos conectivos.

Cada articulista, assim como os escritores de outros gêneros, procura manter um estilo próprio ao escrever seus textos.

Ao observar diferentes artigos de diferentes autores, podemos notar que existem características particulares em cada texto. Além dos recursos coesivos, a construção do discurso, quase sempre em terceira pessoa, o uso de alguns tempos verbais e advérbios, os questionamentos, as hipérboles, as palavras enfatizadoras são alguns exemplos das marcas linguísticas do autor presentes no texto. Tais marcas indicam a intencionalidade do autor.

 O uso de conjunções adversativas (porém, todavia, no entanto, entretanto, mas, contudo), por exemplo, indica uma opinião diferente de outra explicitada anteriormente.

Outro exemplo é o uso dos modalizadores, que são “todos os elementos linguísticos diretamente ligados à de produção do enunciado e que funcionam como indicadores das intenções, sentimentos e atitudes do locutor com relação ao seu discurso”, explica Koch (1996). São palavras e expressões como: podemos, tendemos, acredita-se, desejamos, prometo (formas verbais); tenho certeza de que, é possível que, é provável que, é lamentável que, (orações subordinadas substantivas); realmente, felizmente, lamentavelmente (advérbios).



ou ligue: (34) 9 9149 2401  (Whatsapp)

Clique e veja uma proposta de artigo de opinião. Aqui!





Fátima Oliveira

Mestre em educação. Especialista em literatura, retórica, argumentação e PNL. Graduada em Letras, Pedagogia e Normal superior. Professora de redação em cursinhos pré vestibulares em cidades como São Paulo e Rio de janeiro. Fundadora e idealizadora da Escola Palavra Perfeita. Ministra treinamentos em empresas como Vale card, Bradesco, Unimed, Grupo Zaffari e outros.








terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Questão de concurso - Pronome - LHE x O



Resposta: letra C

Cumprimentar – apresentar ou dirigir cumprimentos – é um verbo Transitivo direto: não aceita o pronome átono LHE para a função de objeto direto.

Frase correta: “cumprimentei-a ontem”.

Como a leitura de clássicos da literatura pode melhorar a sua vida profissional , acadêmica, social...







Você já deve ter ouvido, muitas vezes, que a leitura é uma ótima ferramenta para desenvolver a sua mente.

Isso é verdade, pode confiar! E se uma de suas metas para o ano novo é ler mais e pensar melhor, você precisa ler essas dicas:


Além de aumentar o seu vocabulário, a capacidade de interpretação, ainda ajuda a transformar meras informações em conhecimento útil.

É inegável, que a leitura de clássicos da literatura é uma das melhores maneiras maneira para desenvolver o seu cérebro. Além disso, essa prática melhora suas habilidades de escrita e compreensão de textos, o que que hoje, importantíssimo para se ter sucesso no trabalho, passar em concursos públicos, em vestibulares e ENEM.

Veja como os clássicos podem ajudar você a conquistar muitos dos seus objetivos.
Antes vamos deixar claro uma questão que muitos me escrevem perguntando: o que faz com que uma obra literária seja considerada clássica e outras não?

Para ser considerado um clássico da literatura, um romance não precisa apenas abordar problemas de seu tempo, mas também ser atemporal. Isso significa que apesar de lidar com problemas sociais e políticos do passado, um livro clássico possui um tema geral que continua sendo relevante para o mundo atual.


A universalidade de um romance é outro fator que ajuda a torná-lo um clássico. Embora todo livro seja escrito em um lugar específico, seu enredo precisa ser significativo em qualquer país, sob influência de qualquer cultura, para ser considerado universal.


Anna Karenina (1877), do russo Leon Tolstoy, é um incrível exemplo de romance universal e atemporal. Ele ainda é muito popular nos dias de hoje, apesar de ter sido escrito há mais de cem anos. Anna Karenina explora temas como ciúme, casamento, expectativas sociais e paixão, temas completamente atemporais e relevantes em qualquer lugar do mundo.

Todos os grandes clássicos lidam com temas morais, que fazem parte da natureza humana, ou com simples emoções e desejos, de um modo que transcendem tempo e espaço.

1. Ler aumenta o seu vocabulário

Ao ler os clássicos, você encontrará uma imensidão de palavras que não fazem parte do seu cotidiano. 
Todos nós sabemos, que aprender novas palavras ajuda a enriquecer o seu vocabulário o que melhorará o seu discurso oral e escrito. 
Não é possível negar, que pessoas que se comunicam bem, além de causar boa impressão, também atraem admiração e, consequentemente sucesso e melhores oportunidades nos negócios, nos relacionamentos, na vida!


2. Ajuda você a parar de perder tempo pensando no que vai escrever


Não há como ler bons textos e continuar com dificuldades para escrever corretamente ou organizar as ideias para colocar no papel, pois enquanto você lê, visualiza as palavras, a gramática e diferentes estilos. Quando menos espera, seus pensamentos tornam-se mais claros, suas conversas mais interessantes e aquelas velhas dificuldades com pontuação, concordância e outras dificuldadezinhas com a gramática se foram para sempre! As! Sabe aqueles velhos problemas com coerência e coesão? A leitura também dá jeito neles, faça o teste!


3. Transforma o seu discurso


 A leitura de bons livros o colocará em contato com textos impecáveis, narrativas belas e perfeitas. Além de fazer sonhar, viajar por lugares nunca imaginados, esses textos também o ajudarão a dominar o idioma, organizar melhor os seus discursos, mesmo os imprevistos, usar seus conhecimentos de mundo a seu favor e, dessa maneira conquistar muito mais audiência e desfrutar de um diferencial, já que poucos são os que conseguem se comunicar bem hoje em dia!

4. Criatividades, novas ideias, conhecimento de mundo, raciocínio crítico

Você já observou o quanto as pessoas são repetitivas e o quanto falta criatividade, originalidade e pensamento prático?  Isso acontece porque, para desenvolver novas ideias é necessário que se adquira, constantemente, novos conhecimentos, novas visões sobre os vários aspectos do mundo. A leitura da literatura clássica proporciona tudo isso ao leitor. Capacita a mente normal, transformando-a em uma mente genial.

5. Estimula a curiosidade

Quanto mais você lê e conhece novos mundos, novas pessoas, aspectos importantes da história, da sociedade e tantos outros, mais terá vontade e curiosidade para descobrir. Por isso, quem descobre o poder da leitura, apaixona-se perdidamente pelos livros e quer sempre mais e mais.

6. Senso crítico e destaque
Quem lê é capaz de se tornar protagonista, tanto nas conversas normais do dia adia, quanto naquelas importantíssimas e que poderão transformar o seu futuro. Você já observou pessoas que parecem saber de tudo, que são capazes de convencer as outras a comprar suas ideias e sempre se destacam nas rodas de conversas? Tenha uma certeza: essas são leitoras vorazes de bons textos.

7. Desenvolve a leitura dinâmica
Basta abrir uma página na internet, para encontrar propagandas que prometem milagres na leitura dinâmica e eficaz, mas nenhum desses cursos desenvolve tanto essas habilidades, quanto o hábito de ler diariamente.

08.  Desenvolvimento pessoal e profissional
Tudo o que você acabou de ler nos itens acima, só pode resultar em melhorias em diversos aspectos importantíssimos para uma vida promissora e útil.  Nesse contexto, é inegável que a leitura dos clássicos da literatura, além de aumentar o seu repertório cultural, o diferenciará dos demais, o que para o âmbito profissional é garantia de mais credibilidade, sucesso e, consequentemente melhores remunerações.

Espero que esses 8 itens o ajudem a correr para começar a leitura de um novo clássico da nossa literatura. 





Fátima Oliveira

Mestre em educação. Especialista em literatura, retórica, argumentação e PNL. Graduada em Letras, Pedagogia e Normal superior. Professora de redação em cursinhos pré vestibulares em cidades como São Paulo e Rio de janeiro. Fundadora e idealizadora da Escola Palavra Perfeita. Ministra treinamentos em empresas como Vale card, Bradesco, Unimed, Grupo Zaffari e outros.



sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Isso vai te ajudar a economizar o seu tempo e evitar frustrações na comunicação oral e escrita. Aprenda a usar as palavras: traz, trás e atrás.




Sabe aquela dúvida que bate quando precisamos escrever uma palavra e não a conhecemos como deveria? Essas dúvidas causam desconforto e perda de tempo, não é mesmo? Mas você não é o(a) único(a), sossegue o seu coração e leia nossos artigos. Eles são escritos para te ajudar!!


As palavras trás e traz são consideradas homófonas, pois tem o mesmo som, porém escritas diferente!

Quer aprender a usá-las para nunca mais esquecer?

  1.  Traz – a palavra traz é uma forma conjugada do verbo trazer.


Observe a conjugação desse verbo no Presente do indicativo:

Eu trago
Tu trazes
Ele traz
Nós trazemos
Vós trazeis
Eles trazem

Nesse contexto, a palavra TRAZ, só deverá ser usada como verbo – ação -, ok?

Veja exemplos:
O ano novo traz com ele, muitas esperanças.
O amigo traz lembranças de terras distantes.
O verão traz dias de sol e alegria.


2. Trás – A palavra trás é classificada como preposição e indica situação posterior.
Geralmente, a palavra trás não é usada sozinha. É comum usarmos assim: por trás, para trás,

Veja exemplos:
O corredor ficou para trás, pois teve dores no corpo.
Vá para trás do carro, ali é mais seguro.


3. Atrás é um advérbio e indica lugar ou indicar tempo transcorrido.


Exemplos:

Atrás da casa existe uma piscina. (indica lugar)
O corredor ficou lá atrás. (indica lugar)
Estive naquela cidade alguns anos atrás. (indica tempo decorrido)
Aprendi a nadar três anos atrás. (indica tempo decorrido)


Atenção: A palavra atrás substitui o verbo fazer quando se trata de tempo decorrido.

Observe:

Estive naquela cidade alguns anos atrás.
Estive naquela cidade alguns anos. (Nesse caso, a palavra há é o mesmo que fazem)
Aprendi a nadar três anos atrás.
Aprendi a nada há três anos. (Fazem três anos.)


Espero que ter ajudado. Caso tenha alguma dúvida sobre questões gramaticais ou de redação, envie uma mensagem para:


(34) 9 9149 2401 (whatsap)


Conheça nossos cursos de redação para concursos e vestibulares


Estaremos à disposição para ajudá-lo.

Um abraço!

Fátima Oliveira








quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Conheça os erros gramaticais mais comuns nas redações de concursos e vestibulares e como evitá-los




Dicas de como evitar erros, que podem comprometer o seu desempenho na redação de concursos, vestibulares e ENEM

O caminho para uma redação perfeita é árduo. Diversos pontos devem ser entendidos, observados e aplicados ao texto para não o comprometer.


A primeira, e mais infalível dica, é a leitura. Essa é, uma das mais importantes, entre as formas para realmente se aprender a escrever bem, pois grande parte do aprendizado se dá ao longo do tempo, com o convívio com a língua padrão. E onde está a língua culta? Nos livros, é claro!
Além da leitura, também é preciso exaltar o hábito da escrita, já que é a partir dele que se coloca em prática as normas da língua.

Confira as dicas para os principais erros nas redações


Verbo Haver 

Muitos desses erros estão relacionados com o verbo haver.
Dificilmente candidatos acertam o emprego desse verbo, porque aprendemos que os verbos concordam com o núcleo do sujeito de uma frase. Contudo, na língua portuguesa, sempre existem exceções.

Observe:

Um erro muito comum, observado, tanto na comunicação oral quanto na escrita, é a flexão do verbo “haver”. 
Esse verbo, no sentido de “ocorrer” ou “existir”, é impessoal. Isso significa que permanece na terceira pessoa do singular, pois não tem sujeito. Portanto, é errônea a flexão do verbo no plural. 
É provável que a origem do erro seja a associação da conjugação do verbo “haver” com os verbos “existir” e “ocorrer”, pois esses têm sujeito e, consequentemente flexionam-se de acordo com o número e a pessoa.

Veja os exemplos:


Ocorrerão mudanças.
Existirão mudanças.

Com o verbo “haver”, a regra é diferente – permanece no singular: 

Haverá mudanças.
Como sinônimo dos verbos “ocorrer” e “existir”, portanto, o verbo “haver” permanece invariável.

Não se pode, no entanto, afirmar que o verbo “haver” nunca vai para o plural. Ele pode, por exemplo, desempenhar a função de verbo auxiliar (que indica pessoa, tempo e modo verbal; sinônimo de “ter” nos tempos compostos). Nesse caso, o verbo é conjugado no plural.

Observe: 

Eles haviam chegado cedo.
Eles tinham chegado cedo.

Além disso, como verbo pessoal - com sujeito,-pode assumir o sentido de “obter”, “considerar”, “lidar”, ainda que esses usos sejam menos recorrentes:

Houveram (= “obter”)  do juiz a comutação da pena (sujeito: “comutação da pena”).

Nós havemos (= “considerar”) por honesto. (sujeito: “nós”)

Os alunos houveram-se (= “lidar”) muito bem nos exames. (sujeito: “os alunos”)


Dessa maneira, o verbo “haver”  precisa ser usado com atenção - especialmente, quando ele é impessoal -  para evitar erros gramaticais

Onde 

É um erro comum usar a palavra onde para se referir a não-lugares.

Onde só retoma lugar, entenda.

Veja o exemplo:

A felicidade é um sentimento onde todos querem possuir.
A felicidade é um sentimento que todos querem possuir.
Para retomar um nome que não é um lugar concreto, o correto é usar em que, no qual, nos quais, na qual ou nas quais.


Pronomes demonstrativos 

Uma confusão recorrente acontece entre pronomes demonstrativos como este, esse e aquele. É importante entender que: Essas são formas usadas para retomar ou anunciar nomes que utilizamos ou utilizaremos. Servem para não se repetir várias vezes a mesma palavra.

Já os pronomes: este, esta e isto são usados para anunciar um fato pela primeira vez. 

Por exemplo, na frase: O maior problema do continente africano é este: a fome.

Esse, essa e isso servem para retomar algo recentemente dito. 

Exemplo: O maior problema do continente africano é a fome. Essa se apresenta também em países asiáticos.

Aquele, aquela e aquilo usa-se para retomar um nome dito antes do último nome que aparece: Gosto mais do Rio de janeiro do que de São Paulo. Aquele porque tem mar.

Quando houver três elementos, o correto é: Tenho três irmãos: Antônio, Arnaldo e Amadeu. Aquele é arquiteto, esse é advogado e este aeronauta. 

Veja exemplos do mau uso desses pronomes: No texto é necessário conhecer as próprias limitações. Isto deve ser feito aos poucos, o correto seria isso, por fazer referência a uma ideia já apresentada. 


Concordância 

Os candidatos costumam fazer a concordância do verbo com a palavra que vem imediatamente antes dele, como: a participação dos manifestantes foram muito importantes ou as roupas da Joana é muito bonita.

Para fugir desse erro lembra-se que o verbo concorda com o núcleo do sujeito. Nas frases anteriores, participação é o núcleo do sujeito da primeira frase, por isso, o verbo fica no singular. Na segunda frase, roupas é o núcleo do sujeito, então o verbo fica no plural.

Outro erro de concordância comum: Fazem dois anos que existe o problema. Os verbos fazer e haver, quando indicam tempo cronológico, não têm plural. 

O correto, nesse caso é: Faz dois anos que existe o problema.


Pleonasmo 

Tenha cuidado com textos cheios de ideias que chegam a um mesmo ponto, pois quanto mais repetidas forem as ideias, mais claro fica que o candidato não tem conhecimento suficiente para escrever um bom texto.

Veja um exemplo de redundância muito comum: 

Aconteceu uma manifestação há dez dias atrás – nesse caso ou se usa ou atrás.

Pontuação 

Nota-se que os candidatos costumam colocar vírgula quando lhes falta ar, quando precisam de uma pausa para respirar. No entanto, a vírgula é uma questão sintática e não de entoação.
 É importante entender que a ordem padrão de uma frase na língua portuguesa é: sujeito + verbo + complementos (direto e/ou indireto) + adjunto adverbial.

A dica, nesse caso, é: Se a frase estiver nessa ordem, não há motivos para o uso da vírgula, apenas o adjunto adverbial - se ele estiver em outra posição que não seja o final da frase, exigirá que se coloque a virgula. 

Além dessa, há outras regrinhas da vírgula que convêm serem estudadas. É necessário que se conheça as regras de pontuação para garantir o sentido do texto. Ademais, não abuse das exclamações e evite o uso dos parênteses.


Coloquialismo 

Esse é um dos principais erros nas redações, já que muitos fazem uso de gírias ou expressões corriqueiras do no dia a dia, o que torna o texto informal. O correto é substituí-las pela norma culta.

É preciso entender que a escrita não funciona exatamente do modo como falamos. Atenção: palavras estrangeiras só deverão ser usadas quando não houver outra com o mesmo significado em português.


Uso da primeira pessoa do singular 

O uso do "eu" nas provas é um erro constante. Lembre-se que o gênero dissertado – argumentativo exige a impessoalidade. É aceitável, no máximo, o uso primeiro pessoa do plural – nós - que marca a coletividade, demonstrando que o pensamento ali exposto é compartilhado por um grupo.

Nunca use expressões como: na minha opinião ou eu acho.


Clichês e generalizações
 
Clichês, frases prontas e provérbios devem ser evitados, pois demonstram falta de originalidade ao expor suas opiniões.

Não use termos generalizadores como: todo mundo, o mundo inteiro, entre outros.


Semelhança sonora 

Atenção aos exemplos:

haver no lugar a ver;

encontrão no lugar de encontram;

mau no lugar de mal; 

mais no lugar de mas; 

Esses equívocos se repetem, a cada ano, nas redações dos vestibulares e concursos no nosso país. 

Assim como erros ortográficos recorrentes nas redações: consiente, siguinificar, extresse, supérfulos. 

Quando as grafias corretas são: consciente, significar, estresse, supérfluos. Há ainda, a junção errada de elementos, como:



  • encomum - no lugar de em comum;
  • com certeza - em vez de com certeza;
  • encontra partida - quando o correto é em contrapartida;
  • apartir - em vez de a partir;
  • porisso - no lugar de por isso.


Boa sorte nos estudos, e se precisar de ajuda ligue ou envie um whatsap: (34) 99149 2401

Fátima Oliveira