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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Para aprender mais: texto de opinião



Atenção máxima ao enunciado da prova de Redação. Na maioria dos casos, o texto solicitado é o dissertativo-argumentativo, mas pode vir também “texto de opinião”, “texto crítico”, “dê o seu ponto de vista”, etc. Nesse caso, existem diversos gêneros que podem e devem ser abordados.
É importante lembrar, também, que, por ser um texto de opinião, não quer dizer, necessariamente, que esta deva ser sem fundamento, sem base filosófica, empírica, epistemológica, senão vira “achismo”.
Quando escrevemos um texto de opinião, nosso objetivo é o de convencer. Apresentamos a nossa opinião – sempre fundamentada – em relação a determinado assunto e desejamos persuadir nosso leitor a assumir o mesmo ponto de vista.

Para que se possa alcançar com êxito esse desiderato, é preciso conhecer muito bem o tema que irá tratar. O redator precisa ter dados, fatos, estatísticas, exemplos, citações relevantes que justifiquem a sua opinião, que possibilitem a ele escrever bons argumentos, a favor ou contra o tema abordado.

A escrita de um texto opinativo pressupõe, geralmente, as seguintes etapas de trabalho (não necessariamente nesta ordem):

·        Tomada de posição em relação ao tema (contra ou a favor);
·        Justificativa da posição assumida, com base em argumentos;
·        Antecipação de possíveis argumentos contrários ao seu ponto de vista, contestando-os;
·        Conclusão do texto, reforçando a posição assumida.

Levantados esses pontos, é preciso, também, que se observem dois aspectos fundamentais para a construção da coerência do texto:
·        Organização dos argumentos;
·        Ligação entre as diferentes partes do texto (frases, parágrafos; introdução, desenvolvimento e conclusão.

OBS.: A palavra argumento tem uma origem curiosa: vem do latim ARGUMENTUM, que tem o tema ARGU, cujo sentido primeiro é “fazer brilhar”, “iluminar”.

Os argumentos de um texto são facilmente localizados: identificada a TESE (opinião, ponto de vista defendido pelo autor) faz-se a pergunta por quê? (Ex.: o autor é contra a pena de morte[tese]. Porque... [argumentos])

TEXTOS COM PREDOMÍNIO DA OPINIÃO:
·        A Dissertação;
·         A Carta-argumentativa;
·         O Editorial;
·         Crônica Dissertativa;
·         Artigo de Opinião;
·         Resenha Crítica;
·         Monografia ou TCC;
·         Artigo científico;
·         Dissertação (Mestrado);





segunda-feira, 14 de julho de 2014

Curso de redação em Uberlândia

Problemas com a escrita surgem entre as pessoas de uma forma cada vez mais preocupante

E se...

Você conseguisse acabar de vez com as dificuldades na hora de escrever uma redação no vestibular, em um concurso, um e-mail para o seu chefe ou para um cliente importante ou mesmo uma carta, um bilhete, uma declaração de amor para quem quer que seja?
Não fosse difícil, porque a história está cheia de gente que conseguiu?
Se os textos lidos e escritos ganhassem novas formas, novas razões de ser?
Por meio de observações, leituras, desenhos, jogos debates e muitos exercícios?
Se de repente você conseguisse ler mais (por ter aprendido a gostar de ler) e a escrever melhor, vice-versa?
É fácil! Venha...
Aprender a escrever criativamente por meio da prática de exercícios de desbloqueio, estímulo e aperfeiçoamento da escrita e do estudo e debate de textos.
Nosso curso:

No curso de Leitura, escrita e criatividade da Palavra Perfeita, querer escrever é também querer saber mais sobre os processos de escrita e sobre do que falamos, afinal, quando citamos a CRIATIVIDADE aliada ao ato da escrita e porque falamos tanto, de como pode ser fácil, prazeroso e interessante, aprender a ler e a escrever BEM!




Para melhorar a criatividade - na escrita, no trabalho, na vida!




Por mais que todas as teorias de educação preguem o contrário, fato é que as escolas treinam as crianças para que busquem a solução CORRETA, não a criativa. A maioria das pessoas nasce relativamente livre para ser, com o tempo, continuamente reprimida até quase não sobrar ideias. Em outras palavras, a criatividade é inata; a acomodação, aprendida.

Esse sistema predatório em busca de resultados, torna a massa extremamente dócil, já que, em qualquer cultura, é preciso coragem para se ter ideias novas. E muito, muito mais coragem para expor ideias. Quantos não pensaram que a Terra era redonda e não foram corajosos o suficiente para dizê-lo? Mesmo hoje, quantos não reprimem ideias que poderiam levar a um mundo melhor apenas pelo medo do ridículo?
Pois é, para se ter ideias novas é preciso motivação, encantamento, relaxamento e, acima de tudo, muita coragem.
Fato é, que nunca é tarde para começar! As dicas abaixo podem lhe servir como estímulo. Vamos a elas:

1. Informe-se: A inspiração não surge do nada. Pessoas criativas normalmente conhecem a fundo os temas sobre quais opinam
2. Desfoque: A pressão para pensar em um único tema é uma inibição latente. Por mais que falem maravilhas de se permanecer concentrado, é sempre bom ter em mente que esse processo restringe ehttps://blu178.mail.live.com/Handlers/ImageProxy.mvc?bicild=&canary=UwUaT2R7WILQ5ZmLKB57zDRMEz6Fkw2eSd2ZHUMsras%3d0&url=http%3a%2f%2f1.bp.blogspot.com%2f_g-45l6vN9RU%2fSrWfI5j2pfI%2fAAAAAAAAEfc%2f32dsQ4WaXDQ%2fs400%2fVampiras.jpglimita ideias novas.
3. Busque experiências diferentes: Entre em contato com manifestações artísticas ou atividades físicas inéditas. Novos esportes, radicais ou não, tipos de dança ou coreografias como Capoeira, livros de autores desconhecidos ou inéditos para você (Dostoiévski, por exemplo). O mesmo vale para gêneros musicais e artísticos em geral.

4. Tire tempo para si: Procure reservar de 15 minutos a meia hora por sessão, pelo menos três vezes por semana, para escrever, desenhar, tocar algum instrumento ou mesmo cochilar, sem ser interrompido.



5. Redefina os seus pontos de vista: Desenhe um mesmo objeto de vinte ou mais formas diferentes. Se não souber desenhar ou estiver com preguiça, procure fotografar um mesmo objeto de 50 formas diferentes.

6. Fotografe sua rua: Aproveite que câmeras digitais tornam a fotografia uma experiência barata e condicione seu olhar. Sem sair de casa ou de sua rua, fotografe texturas, folhas, cores, formas. Se aproxime de objetos cotidianos e os explore visualmente.

7. Exagere: Amplifique detalhes de sua experiência ou de sua relação com o mundo. Veja seu cotidiano pela ótica de uma criança de seis anos ou menos. Transporte-se para um olhar diferente do seu.

8. Interrompa seu dia: Pare por alguns instantes e faça algo que demande atenção, de preferência física. Regue plantas, por exemplo, isso ajuda a desfocar e quebra a concentração em um único ponto. Saia, converse com alguém alheio às suas questões cotidianas.
9. Copie: Por mais que pareça feio, essa atividade não tem nada a ver com plágio, muito pelo contrário. Ao copiar uma obra pronta sem saber qual foram as etapas seguidas para sua realização, você é obrigado a refazer o caminho passo a passo. Nesse processo, muitos desvios aparecem, sugerindo soluções mais adequadas. Para tornar o tópico mais divertido, copie coisas que não têm nada a ver com seu trabalho.

10. Saia do literal para o pictórico: Desenhe, diagrame ou busque fotografias que ilustrem sensações ou situações cotidianas. O barulho de um mosquito, o cheiro de pipoca etc.
Mesmo que essas dicas todas não te ajudem, certamente não farão mal. Tenha em mente que aquele tipo focado e concentrado, o tipo que nunca se desvia do assunto, pode até ser bom profissional, mas é muito chato.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Caminhos para um boa (interpretação de textos) - Português para concursos e vestibulares


É muito comum, entre os candidatos a um cargo público a preocupação com a interpretação de textos. Isso acontece porque lhes faltam informações específicas a respeito desta tarefa constante em provas relacionadas a concursos públicos.  

Por isso, vão aqui alguns detalhes que poderão ajudar no momento de responder as questões relacionadas a textos.

TEXTO – é um conjunto de ideias organizadas e relacionadas entre si, formando um todo significativo capaz de produzir interação comunicativa - capacidade de codificar e decodificar.

CONTEXTO – um texto é constituído por diversas frases. Em cada uma delas, há uma certa informação que a faz ligar-se com a anterior e/ou com a posterior, criando condições para a estruturação do conteúdo a ser transmitido. A essa interligação dá-se o nome de CONTEXTO. Nota-se que o relacionamento entre as frases é tão grande, que, se uma frase for retirada de seu contexto original e analisada separadamente, poderá ter um significado diferente daquele inicial.

INTERTEXTO -  comumente, os textos apresentam referências diretas ou indiretas a outros autores através de citações. Esse tipo de recurso denomina-se INTERTEXTO. 

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO -  o primeiro objetivo de uma interpretação de um texto é a identificação de sua ideia principal. A partir daí, localizam-se as ideias secundárias, ou fundamentações, as argumentações, ou explicações, que levem ao esclarecimento das questões apresentadas na prova.
Normalmente, numa prova, o candidato é convidado a:

1. IDENTIFICAR – é reconhecer os elementos fundamentais de uma argumentação, de um processo, de uma época (neste caso, procuram-se os verbos e os advérbios, os quais definem o tempo).

2. COMPARAR – é descobrir as relações de semelhança ou de diferenças entre as situações do texto.

3. COMENTAR - é relacionar o conteúdo apresentado com uma realidade, opinando a respeito. 
  
4. RESUMIR – é concentrar as ideias centrais e/ou secundárias em um só parágrafo. 

5. PARAFRASEAR – é reescrever o texto com outras palavras.

EXEMPLO:
Texto
Paráfrase
“A mente de Deus é como a Internet: ela pode ser acessada por qualquer um, no mundo todo.” (Américo Barbosa, na Folha de São Paulo)
a) No mundo todo, qualquer um pode acessar a mente de Deus e a internet.
b) Tanto a internet quanto a mente de Deus, podem ser acessadas, no mundo todo, por qualquer um. 

   


Condições básicas para interpretar : 
a) Conhecimento Histórico – literário (escolas e gêneros literários, estrutura do texto), leitura e prática;
b) Conhecimento gramatical, estilístico (qualidades do texto) e semântico;

OBSERVAÇÃO – na semântica -  significado das palavras - incluem-se: homônimos e parônimos, denotação e conotação, sinonímia e antonimia, polissemia, figuras de linguagem, entre outros.

c) Capacidade de observação e de síntese e 
d) Capacidade de raciocínio.




Interpretar X Compreender

Interpretar é:
Compreender é:
·        Explicar, comentar, julgar, tirar conclusões, deduzir.

·        Intelecção, entendimento, prestar atenção,


Erros de interpretação
É muito comum, mais do que se imagina, a ocorrência de erros de interpretação. Os mais frequentes são:
a) Extrapolação (viagem) 
Ocorre quando se sai do contexto, acrescentado ideias que não estão no texto, quer por conhecimento prévio do tema quer pela imaginação.

b) Redução 
É o oposto da extrapolação. Dá-se atenção apenas a um aspecto, esquecendo que um texto é um conjunto de ideias, o que pode ser insuficiente para o total do entendimento do tema desenvolvido.

c) Contradição 
Não raro, o texto apresenta ideias contrárias às do candidato, fazendo-o tirar conclusões equivocadas e, consequentemente, errando a questão.
OBSERVAÇÃO -  Muitos pensam que há a ótica do escritor e a ótica do leitor. Pode ser que existam, mas em prova de vestibulares, ENEM e concurso qualquer, o que deve ser levado em consideração é o que o AUTOR DIZ e nada mais.
COESÃO - é o emprego de mecanismo de sintaxe que relacionam palavras, orações, frases e/ou parágrafos entre si. Em outras palavras, a coesão dá-se quando, através de um pronome relativo, uma conjunção (NEXOS), ou um pronome oblíquo átono, há uma relação correta entre o que se vai dizer e o que já foi dito.
 
OBSERVAÇÃO – São muitos os erros de coesão no dia-a-dia e, entre eles, está o mau uso do pronome relativo e do pronome oblíquo átono. Este depende da regência do verbo; aquele do seu antecedente. Não se pode esquecer também de que os pronomes relativos têm, cada um, valor semântico, por isso a necessidade de adequação ao antecedente.  
Os pronomes relativos são muito importantes na interpretação de texto, pois seu uso incorreto traz erros de coesão. Assim sedo, deve-se levar em consideração que existe um pronome relativo adequado a cada circunstância, a saber:
·        Que (neutro) – relaciona-se com qualquer antecedente, mas depende das condições da frase.
·        Qual (neutro) idem anterior.
·        Quem (pessoa).
·        Cujo (posse) – antes dele, aparece o possuidor e depois, o objeto possuído.
·        Como (modo)
·        Onde (lugar)
·        Quando (tempo)
·        Quanto (montante) Exemplo: Falou tudo QUANTO queria (correto).
 Falou tudo QUE queria (errado - antes do QUE, deveria aparecer o demonstrativo O).

Vícios de linguagem

Há os vícios de linguagem clássicos (BARBARISMO, SOLECISMO, CACOFONIA); no dia a dia, porém, existem expressões que são mal empregadas, e, por força desse hábito cometem-se erros graves como:
·        “ Ele correu risco de vida “, quando a verdade o risco era de morte.
·         “ Senhor professor, eu lhe vi ontem “. Neste caso, o pronome oblíquo átono correto é O. 
·         “ No bar: “ME VÊ um café”. Além do erro de posição do pronome, há o mau uso.






quarta-feira, 2 de julho de 2014

Metodologia criativa – Palavra Perfeita – Qual é a nossa diferença?


Nas nossas escolas, falando em geral, ri-se
demasiado pouco. A ideia de que a
educação da mente tem de ser uma coisa triste
é das mais difíceis de combater.
Gianni Rodari



Acreditamos que cada ser é único, por isso criamos programas de exercícios na medida das necessidades de cada aluno.
Temos o curso de escrita criativa, cujo objetivo é desenvolver a capacidade de associar ideias, imagens, memórias, situações diversas e reproduzi-las, transformando-as em textos.
As aulas são desenvolvidas em torno de um programa progressivo, mas flexível, que leva em consideração as competências genéricas da criatividade e as caraterísticas específicas do (aluno) escritor.
O trabalho centra­‑se nos gêneros literários e discursivos e os primeiros exercícios servem para desenferrujar a escrita. Ao longo do curso, tornam-se progressivamente mais complexos, e mais voltados para as diversas estruturas textuais utilizadas nos discursos orais e escritos no dia a dia de profissionais, estudantes etc.
Escrever muito para escrever melhor parte da ideia de que nem tudo o que é bom já foi escrito. Nossa intenção é estimular novos métodos de reflexão sobre o ato de ler, provocar mudanças nos processos de criatividade e consequentemente no ato de escrever.
Esse é um curso prático, sem o uso de teorias. Cada aula é uma experiência diferente para criar ou recuperar a confiança e a alegria com a escrita, exercitando a observação, a imaginação e a expressão escrita de forma muito livre.
São aulas nas quais nos comprometemos, por meio dos mais variados estímulos aos sentidos (textos, sons, imagens e até cheiros), desenvolver sua competência, habilidade e gosto para lidar com as palavras.
Somos apaixonados pela arte de ler e escrever, por isso tornamo-la bela aos olhos de quem quer que se disponha a tentar! E embora as aulas sejam bastante diferentes das que se encontram “por ai” normalmente, garantimos que servirão para quaisquer que sejam as suas futuras intenções com a língua oral e escrita. Inclusive, quem sabe, elas servirão para que você passe aos seus alunos (caso você seja um professor) a beleza que existe no ato de ler e escrever.
Nossas turmas são compostas de no máximo dez alunos. A próxima terá início no dia 15 de julho de 2014.


terça-feira, 24 de junho de 2014

PROJETO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DOCENTES E GESTORES



Leitura e escrita
A arte de escrever bem!


PROJETO DE FORMAÇÃO CONTINUADA
PARA DOCENTES E GESTORES

A preocupação matriz em proporcionar uma educação eficiente e com qualidade tem levado instituições de todo o país a refletir sobre suas práticas e buscar alternativas para gerar formações continuadas a professores e gestores, garantindo ferramentas que capacitem à escola direcionar estratégias de aprendizagem-ensino e não de ensino-aprendizagem, concretizando linhas de pensamento para uma prática real na construção do conhecimento.
Investir no processo de formação continuada acarreta inúmeros benefícios à instituição de ensino, gerando concretos meios para enfrentar os desafios e trilhar melhores caminhos não só para alçar voos ainda mais altos, mas também buscar um ensino eficiente, mais dinâmico e, finalmente, excelente em sua totalidade. Para tanto, todos os departamentos da empresa devem estar em plena conexão, comunicando-se de forma adequada para, o melhor possível, atender aos alunos e família em tudo o que necessitam ou esperam da escola.
O trabalho de formação continuada desenvolvido pela Palavra Perfeita – Serviços Educacionais se estende desde à gestão (diretores, coordenadores, orientadores, supervisores), setor administrativo (RH/TH, financeiro, secretaria, atendimento, almoxarifado, inspeção de pátio, cantina, limpeza, dentre outros), professores (Educação Infantil, Ensino Fundamental I (ou Ciclo I), Ensino Fundamental II (ou Ciclo II) e Ensino Médio) à família (escola de pais, reuniões, trabalhos que envolvam uma participação mais efetiva da comunidade em relação à escola). A seguir, um organograma apresentará melhor todas as fases do processo, sob o formato de uma proposta de trabalho, disponibilizando, claro, aberturas para discussões ao que for plausível à instituição em foco.

1. FORMAÇÃO GESTORA

A formação continuada de gestores, coordenadores e áreas afins consiste, por meio de técnicas de comunicação empresarial e comunicação organizacional, entender melhor o processo de liderança e torná-lo mais eficiente, garantindo respaldos positivos de toda a equipe. Para tanto, desenvolver-se-á todas as competências e habilidades que deverão perceber nos professores, no que diz respeito à leitura, produção de textos, metodologia e prática do fazer acontecer.
Marco Antonio Amaral, em seu artigo “Formação do Gestor Escolar: da inicial à continuada” nos diz: a formação continuada é mais que formação, é também compreendida como formação permanente, pessoal e profissional, pois cria espaços de discussões, e investigação das questões educacionais experimentadas, abre um canal de diálogo com as dificuldades de ser educador num contexto social em veloz transformação. Visa à formação de sujeitos, pensa na mediatização dos conteúdos e no caminho percorrido pelo aprendiz para se apropriar das informações e construir seu conhecimento.
Cabe ao gestor mediar a formação, de forma a direcionar à equipe ao pensamento corporativo, instrucional-acadêmico e metodológico, instigando à prática permanente de saberes consistentes e eficazes, oriundos de experiências positivas e concretas no desenvolver pedagógico.
Todos os departamentos da instituição de ensino são responsáveis pelo bom andamento das atividades da empresa, por isso devem, também, ter um olhar específico e cuidadoso do gestor. A comunicabilidade entre os setores e o cliente (aluno / família) caracteriza as competências e habilidades da equipe acerca do atendimento que prestam à comunidade escolar, gerando créditos e confiabiliade.
Para tanto, em nossa formação, orientaremos estudos e práticas no que tange ao uso da Comunicação Empresarial como suporte para o desenvolvimento de uma liderança positiva e geradora de resultados em toda a estrutura organizacional da escola. Em outros momentos nos limitaremos a discutir estratégias de orientação do trabalho docente, verificando quando fazer intervenções que garantam boa motricidade dos projetos educacionais, bem como compreender todos os passos da formação continuada dos professores, a fim de processar a mesma fala, a mesma ideia, a mesma convicção daquilo que se almeja.

Alguns pontos que normalmente discutimos em nossas formações:

● O papel do gestor e do coordenador pedagógico: a identidade profissional.
● O projeto político-pedagógico: o que é? Como fazer? Está de acordo com o perfil da escola?
● Saúde e Segurança do Trabalho na escola.
● As reuniões pedagógicas: funcionam? Como fazê-las? Como torná-las mais práticas e eficientes?
● As reuniões de feedback da equipe (coletivas e individuais): como agir?
● As relações interpessoais e a integração do grupo em equipe.
● A formação linguística do gestor: ponto de ascensão no comando da empresa.
● Comunicabilidade e liderança.
● Educação para a sutentabilidade e comunidade escolar consciente.
● As correspondências externas da instituição: quais os cuidados?
● O planejamento como ferramenta para intervenções, sem interferências no trabalho docente.
● As expectativas da aprendizagem.
● Habilidades e competências.
● O ensino das diversas áreas pautado na formação leitora e produtora textual do docente.
● As dimensões relacionais, didáticas, político-pedagógicas, formativa e burocráticas do docente.
● Procedimentos para se fazer registros: como produzi-los de forma organizada?
● Natureza dos conteúdos.
● Modalidades organizacionais da empresa.
● A concepção de currículo por competências.
● Dentre outros, conforme realidade da equipe gestora da instituição.

2. FORMAÇÃO DOCENTE

Todo o processo de formação continuada de docentes deve ser pautado primeiro nas competências leitoras e produtoras de texto. A partir disso, discutem-se as expectativas da aprendizagem e os procedimentos para “construir” uma avaliação consciente no Ensino Fundamental I e II.
O desenvolvimento das competências profissionais dos educadores passa necessariamente pela ampliação do universo de conhecimentos e pela reflexão sobre a prática. Portanto, o Fichário pode progressivamente se tornar um aliado nesse processo: por meio dos textos lidos e do registro escrito, é possível não só aprender mais sobre os conteúdos da formação e analisar criticamente a prática profissional, mas também ampliar as capacidades de leitura e escrita, de interpretação e expressão.

2.1. PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES – ESTUDO DAS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Para que os alunos possam ter assegurado seu direito de aprender a ler e escrever, é preciso que todo professor que alfabetiza crianças, jovens e adultos desenvolva as competências profissionais abaixo relacionadas. Portanto, temos como expectativas de aprendizagem que seus participantes se tornem progressivamente capazes de:

Encarar os alunos como pessoas que precisam ter sucesso em suas aprendizagens para se desenvolverem pessoalmente, a fim de que tenham uma imagem positiva de si mesmos, orientando-se por esse pressuposto.
Desenvolver um trabalho de alfabetização adequado às necessidades de aprendizagem dos alunos, acreditando que todos são capazes de aprender.
Reconhecer-se como modelo de referência para os alunos: como leitor, como usuário da escrita e como parceiro durante as atividades.
Utilizar o conhecimento disponível sobre os processos de aprendizagem dos quais depende a alfabetização para planejar as atividades de leitura e escrita.
Observar o desempenho dos alunos durante as atividades, bem como as suas interações nas situações de parceria, para fazer intervenções pedagógicas adequadas.
Planejar atividades de alfabetização desafiadoras, considerando o nível de conhecimento real dos alunos.
Formar agrupamentos produtivos de alunos, considerando seus conhecimentos e suas características pessoais.
Selecionar diferentes tipos de texto apropriados para o trabalho.
Utilizar instrumentos funcionais de registro do desempenho e da evolução dos alunos, de planejamento e de documentação do trabalho pedagógico.
Responsabilizar-se pelos resultados obtidos em relação às aprendizagens dos alunos.

2.2. PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES – ENSINO FUNDAMENTAL II - ÁREAS DE LINGUAGEM E SUAS TECNOLOGIAS

● Leitura e produção de textos – Competências leitoras e produtoras textuais.
● As modalidades oral e escrita nos discusos.
● Concepções de discurso, língua, gêneros e esferas discursivas.
● Competência discursiva.
● Noções de texto.
● As expectativas da aprendizagem com foco nos gêneros textuais.
● Os gêneros discursivos, a tipologia e as funções do texto.
● Reflexões sobre habilidades de leitura com foco nos gêneros textuais e suas esferas discursivas.
● A leitura nas diversas áreas do conhecimento.
● As expectativas da aprendizagem no ensino de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental II.
● Organização dos gêneros textuais de acordo com as expectativas da aprendizagem do Ensino           Fundamental II e a construção do planejamento anual.
● Por que ensinar Língua Portuguesa por meio de gêneros textuais e do discurso?
● O ensino do texto para a gramática e não da gramática para o texto.
● A metodologia de ensino por meio dos gêneros discursivos e textuais.
● A língua portuguesa como metodologia de ensino para as diversas áreas do conhecimento.
● Formação do professor leitor e produtor de textos.
● A natureza dos conteúdos nas expectativas da aprendizagem, por meio dos gêneros discursivos.
● Procedimentos para a construção da perfeita avaliação em Língua Portuguesa.
● A Pedagogia do erro como processo de formação do leitor e produtor textual.
● As expectativas da aprendizagem por meio do desenvolvimento de competências e habilidades,           segundo o ENEM. 
● As sequências didáticas no trabalho com os gêneros do discurso / textuais.
● O professor leitor e o professor produtor como condição sine qua non para a formação do aluno           leitor e produtor de texto.
● A correção de textos na escola.
● A importância do feedback de correção na formação produtora textual do aluno.

2.3. FORMAÇÃO DE PROFESSORES DAS ÁREAS DIVERSAS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

● A leitura e a produção de textos como construção de sentidos.
● O conhecimento prévio, o conhecimento genérico e o conhecimento linguístico na formação leitora           e produtora textual.
● A leitura e produção de textos como metodologiua de ensino para as diversas áreas.
● A interdisciplinaridade e transdisciplinaridade na leitura.
● A leitura e o autor do texto, enunciador e ethos.
● A leitura do texto como gênero do discurso.
● A leitura do texto e a cenografia, posicionamento e adesão no processo de aprendizagem-ensino.
● Estratégias de leitura.
● Conhecimento linguístico – condição sine qua non para o profissional da Educação.
● A relação produtor e produção textual no contexto das tarefas disciplinares.
● As sequências didáticas no processo de aprendizagem-ensino e a natureza dos conteúdos.
● Taxionomia de Bloom e a produção de textos na elaboração de avaliações.
● Os descritores e distratores na metodologia do processo avaliativo.
● As etapas da produção textual.
● A avaliação dos textos por meio do conteúdo disciplinar.

3. PROCEDIMENTOS NOS ENCONTROS DE FORMAÇÃO

Os encontros de formação continuada ocorrerão uma vez por mês, no período de doze meses, sendo:
a) Encontro de gestores e coordenadores em um dia (sexta à tarde);
b) Encontro de professores no outro dia (sábado – pela manhã).

4. FORMADORES:


Alexandre de Brito Rodriguesprofessor de Língua Portuguesa, Teoria e Prática da Comunicação, Linguagem Técnica e Comercial, Análise e Produção de Textos; Metodologia de Ensino, Comunicação Empresarial e Relações Interpessoais, Ética e o Fazer profissional. Bacharel em Direito; Licenciado em Letras; Pós-graduado em Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa; Pós-graduando em Psicopedagogia Clínica e Institucional; Formador, Assessor e Consultor de gestores e colaboradores em empresas escolares e não escolares.

Maria de Fátima de Oliveira professora de língua portuguesa, análise e produção de textos; Licenciada em Letras; Licenciada em Normal Superior; Pedagoga; Pós-graduada em Psicopedagogia Institucional; Pós-graduada em Psicomotricidade; Pós-graduada em Teologia;           Pós-graduada em Arte e Educação; Mestre em Educação; Formadora, Assessora e Consultora de gestores e colaboradores em empresas escolares e não escolares.

5. LOCAL DAS FORMAÇÕES:
        
As formações de gestores e colaboradores em instituições escolares são realizadas in company (quando a própria instituição for a contratante) ou na Palavra Perfeita – Serviços Educacionais (quando o processo é contratado por colaborador participante). Com isso, valorizam-se os espaços pertencentes à instituição de ensino receptora ou formadora e às equipes que os compõem, realçando as múltiplas possibilidades de ampliar os talentos e as práticas já existentes.





A arte de escrever bem!
Rua Francisco Sales, 17 – Conjunto de salas 3 – Centro Uberlândia/MG
Telefones: (34) 3086 9696/ 9149 2401 / 3237 5844