domingo, 2 de junho de 2013

Proposta de redação:A QUEM CABE O CONTROLE SOBRE A VIDA: AO HOMEM OU AO TEMPO?

 
 
A coletânea a seguir retrata a questão do tempo. Leia!

TEXTO I

Oração Ao Tempo


 Caetano Veloso


És um senhor tão bonito 
Quanto a cara do meu filho 
Tempo  tempo  tempo  tempo 
Vou te fazer um pedido 
Tempo  tempo  tempo  tempo 

Compositor de destinos 
Tambor de todos os rítmos 
Tempo  tempo  tempo  tempo 
Entro num acordo contigo 
Tempo tempo tempo tempo 

Por seres tão inventivo 
E pareceres contínuo 
Tempo tempo tempo tempo 
És um dos deuses mais lindos 
Tempo tempo tempo tempo 

Que sejas ainda mais vivo 
No som do meu estribilho 
Tempo tempo tempo tempo 
Ouve bem o que te digo 
Tempo tempo tempo tempo 

Peço-te o prazer legítimo 
E o movimento preciso 
Tempo tempo tempo tempo 
Quando o tempo for propício 
Tempo tempo tempo tempo 

De modo que o meu espírito 
Ganhe um brilho definido 
Tempo tempo tempo tempo 
E eu espalhe benefícios 
Tempo tempo tempo tempo 

O que usaremos pra isso 
Fica guardado em sigilo 
Tempo tempo tempo tempo 
Apenas contigo e comigo 
Tempo tempo tempo tempo 

E quando eu tiver saído 
Para fora do teu círculo 
Tempo tempo tempo tempo 
Não serei nem terás sido 
Tempo tempo tempo tempo 

Ainda assim acredito 
Ser possível reunirmo-nos 
Tempo tempo tempo tempo 
Num outro nível de vínculo 
Tempo tempo tempo tempo 

Portanto peço-te aquilo 
E te ofereço elogios 
Tempo tempo tempo tempo 
Nas rimas do meu 
estilo 
Tempo tempo tempo tempo... 

 

TEXTO II

A filosofia e o consolo do tempo

O pensamento de Bergson indica um sentido para nos libertarmos da ditadura do tempo

Débora Morato Pinto

O filósofo francês Henri Bergson dedicou-se, ao longo de sua vida, a tentar compreender o tempo real. Sua principal descoberta, princípio de todas as suas análises e de suas maiores contribuições para a filosofia e para a ciência, foi precisamente o erro estrutural que o saber comete ao definir o tempo como um fenômeno linear e quantificável. Em poucas palavras, sua intuição primeira foi a de que o tempo do relógio e da cronologia, tão caro à nossa vida em sua dimensão prática, não corresponde à verdadeira manifestação da temporalidade, nem à sua verdadeira essência – o tempo da práxis é duração em refração no espaço. Trata-se da ilusão que impulsiona a vida e a técnica, a imagem de um tempo que avança por saltos, intervalos, que se desdobra em linha e se divide em um antes, um agora e um depois.
Mas Bergson não se limitou a essa descoberta. A contrapartida da denúncia da imagem ilusória de um tempo que, ao fim e ao cabo, é tempo-espaço, é a intuição de que a essência da temporalidade se manifesta no mais profundo de nós mesmos. Eis a sua famosa tese da duração real, descoberta na interioridade do eu e ampliada para todos os fenômenos após um minucioso trabalho de desconstrução de conceitos e acesso à experiência, aos dados da sensibilidade e aos fenômenos da memória e da vida. Interessa-nos aqui que a duração real, verdade do tempo e do ser, nos é acessível no contato que podemos ter conosco, ao mergulharmos, num processo de interiorização, na profundidade de nossa pessoa. Ali, a temporalidade manifesta-se como fusão de momentos em progressão, pura heterogeneidade qualitativa marcada por um tom, transformação contínua de momentos interiores uns aos outros. A verdadeira manifestação do tempo dá-se por imagens, entre as quais a da melodia ocupa lugar de honra. Em lugar da espacialidade e do horizonte aberto próprio às imagens visuais, a música representa melhor a verdade do tempo.
 
“Cronos ensandecido”
Se levarmos em consideração que o tempo da cronologia e do relógio é, com efeito, o tempo elaborado e seguido pela vida contemporânea em sua dimensão social e, sobretudo, em sua dimensão técnica – não sabemos mais dizer onde termina o humano e onde começa o inumano, seja como ramificações tecnológicas, seja como atuações num mundo que é publicização e imagem –, a filosofia de Bergson, uma vez compreendida e incorporada, seria um consolo para os males do tempo por si só. Imaginemos o alívio trazido pela descoberta de que o tempo que não para de passar, corroer, aumentar, o time is money ao qual estamos submetidos inexoravelmente, o tempo atrás do qual estamos sempre correndo, que nos angustia, que nos devora, o cronos ensandecido (título do livro de Sérgio Pripas) que nos aflige e nos falta, enfim, que esse tempo do século 21 é uma imagem ilusória! Imagine sabermos, de repente, que o tempo não passa como pensamos, que o antes não condiciona o agora, que o agora não determina o depois, que não podemos saber o antes partindo do depois…
Mas esse consolo aqui sugerido tem um preço: conhecer e aderir a uma única proposta filosófica, o que exigiria, além do enorme esforço para estudá-la, a difícil decisão de abrir mão das outras filosofias, de autores distintos, extremamente instigantes. Além disso, a duração verdadeira, uma vez acessível a nós, nos impõe, de si mesma, a tarefa de agirmos para expressá-la no mundo – a definição mesma de liberdade, segundo Bergson. Assim, a questão que queremos colocar à luz dessas considerações é de outra ordem: a filosofia, como atividade, ou aquilo que podemos, mesmo sob o risco de cometer alguma impropriedade, reunir sob o nome de “atividade filosófica” nos traz algum consolo diante das dificuldades ou das intempéries do tempo?
A resposta mais óbvia seria, talvez, pensar na imagem do filósofo que sai fora do mundo, que se afasta do real, que cai no buraco porque anda examinando as estrelas – esse filósofo não viveria, no sentido mais comum do tempo, e por isso não sofreria… Ele estaria eternamente consolado. Mas Bergson mesmo nos indica outro sentido para nos libertarmos da ditadura do tempo, e que não exige o abandono da vida, o refúgio na ilha da abstração, no mundo dos conceitos. Esse sentido está no ritmo da atividade filosófica, assim como no da arte: ler um belo parágrafo de um clássico, que nos impele a dar voltas em torno dele, nos conduz a outros pensamentos, a novas imagens daquilo mesmo que determinávamos como pedaços do real; enfim, ler e escrever efetiva e ativamente sobre filosofia nos obriga a forçar nosso pensamento e nossa capacidade de criar soluções conceituais (criar conceitos, como diria Gilles Deleuze), significa já, em ato, libertar-se de um tempo dirigido, determinado por um fim, medido por um intervalo. Criar uma obra sem finalidade imediata, imprimir às coisas uma emoção, um sentimento, usar enfim a matéria do mundo para expressar nossa pessoa, sua profundidade que revela algo de universal, significa trazer ao tempo da práxis outro ritmo, outra tensão: imprimir na espacialização da vida social e tecnológica um ritmo que não é o seu. Significa, mais que tudo isso, ampliar o escopo de nossa experiência, que passa a incorporar os efeitos de uma interiorização criativa. Em que essa experiência nos consola? Ela acaba por ser, talvez, mais nossa, nos pertencer de forma mais autêntica e, por isso mesmo, ser mais humana. Se tudo isso ainda parecer excessivamente teórico, terminaríamos dando um exemplo mais concreto: a filosofia é uma atividade praticada por estudantes e estudiosos, professores e mestres, diletantes, até crianças, mas o fato é que, ao poder ser significativamente exercida pelos ditos “velhos” (grandes filósofos da história produziram obras das mais relevantes em idade “avançada”), ela nos liberta de uma das mais difíceis imposições do tempo – a da busca de uma juventude eterna, do tempo perdido. Na filosofia, assim como na arte, o tempo nunca se perde, ele só se cria ou se transforma.


TEXTO III
DoutorTempo


TRABALHANDO A GRAMÁTICA E A INTERPRETAÇÃO DOS TEXTOS

1.       No Texto I há referências metafóricas a respeito do tempo. A única opção em que essa relação não ocorre é:

a)      Senhor

b)      Tambor

c)       Inventivo

d)      Legítimo

e)      Compositor

 

2.       A repetição da palavra “tempo” ao longo do texto I:

a)      Indica total ausência de vocabulário

b)      Enfatiza a passagem do tempo

c)       Cria a rima para a composição poética

d)      Revela a importância do tempo às pessoas

e)      Questiona a presença do tempo na vida prática

 

3.       Segundo o subtítulo do Texto II, a autora Débora Morato Pinto relaciona o tempo à / a:

a)      Sabedoria

b)      Prisão

c)       Espaço

d)      Valores

e)      Medida

 

Repare que a tirinha do texto III não apresenta linguagem verbal, somente a não verbal. No entanto, é texto, porque dele se depreende toda a história, que possui a intenção de fazer humor.

 

4.       Como se realiza o humor no texto?

a)      Pela contradição.

b)      Pela ironia.

c)       Pela crítica à passagem do tempo.

d)      Pela quebra de expectativa da leitura.

e)      Pelo duplo sentido do termo tempo.

 

5.       Sobre a organização do enredo, marque a opção correta:

a)      A introdução está nos quadrinhos 1 e 2.

b)      O clímax está no penúltimo quadrinho (5).

c)       O desenvolvimento está nos quadrinhos 1 a 5.

d)      O desfecho compreende os quadrinhos 5 e 6.

e)      O desfecho compreende os três últimos quadrinhos (4 a 6).


PROPOSTA

Os textos reunidos acima abordam o TEMPO. Sabe-se que há diversos níveis de discussão a respeito de sua importância e das formas de sua existência. Assim, considerando toda a sua experiência de leitura, junto aos textos dessa coletânea, redija uma redação DISSERTATIVA-ARGUMENTATIVA que atenda à PROPOSTA:

A QUEM CABE O CONTROLE SOBRE A VIDA: AO HOMEM OU AO TEMPO?

 

 

 

 

terça-feira, 21 de maio de 2013

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Proposta de redação: O vandalismo e a adolescência.


 
 
 
PROPOSTA DE TEXTO DISSERTATIVO

 

Leia com atenção o texto abaixo, pense a respeito desse tema:

·        O que você sabe de relevante sobre o assunto?

·        Qual é a ideia/tese defendida por você em se tratando desse tema?

·        Que argumento você tem para convencer o seu interlocutor

·        De que a sua ideia tem fundamento?

·        Se precisar, busque outros textos sobre o tema e fixe bem para estar preparado.

 

 Para êxito de seu texto, considere os seguintes pontos:

·        Seu texto deve ser predominantemente dissertativo;

·        Reflita bastante sobre o tema e concentre-se nele na hora de produzir o texto;

·        Seja criativo: não use frases feitas e não copie trechos do texto de apoio;

·        Faça uma revisão cuidadosa do texto antes de passar a limpo;

·        Observe a coerência e a coesão textuais;

·        Procure fazer um plano argumentativo.

 

A falta de limites pode gerar infratores. Os problemas enfrentados pelos pais aos educarem os filhos e a não imposição de limites para as suas atitudes levam ao aumento do número de adolescentes infratores, que, como qualquer adulto, devem ser punidos por seus atos. Muitas vezes, por falta de orientação ou até influenciados pelo meio em que vivem ou por colegas, eles cometem atos de vandalismo, que, dependendo da gravidade, pode levá-los a receber punições graves. O professor Pessoa Neto foi vítima de um ato insano de adolescentes. Ele foi atingido por uma garrafa de vidro atirada por um grupo de adolescentes que passou em alta velocidade.

 

 

Diante dos fatos demonstrados no texto, o seu trabalho é produzir um texto dissertativo sobre o seguinte tema: O crescente número de vandalismo na adolescência.
 
Está com dificuldades para escrever seu texto? Procure-nos. Podemos ajudá-lo!

domingo, 19 de maio de 2013

O verbo VER - Exercícios


 

 Vejam vocês: será correto dizer 'eles verão a saída'? Ou 'quando nós virmos o filme...'? O verbo ver é irregular. Variações como os verbos antever e rever seguem os modelos de conjugações. Teste-se sobre a língua portuguesa

1) Eu vejo, tu ___, ele vê, nós vemos, vós vedes, eles ____'. Complete a conjugação do verbo ver no presente do modo indicativo.

 

a) [ ] Vês: veem

b) [ ] Vede; veem

c) [ ] Vês; vêm

d) [ ] Vejas; vejam

 

2) 'Meu amigo, veja lá onde vai estacionar o meu carro!'. Em que modo está conjugado o verbo ver nesta frase?

 

a) [ ] No possessivo

b) [ ] No indicativo

c) [ ] No imperativo

d) [ ] No subjuntivo

 

3) 'O homem que não VIU seu amigo chorar/ Ainda não chegou ao centro da experiência do amor'. O verbo ver está em que pessoa, nesses versos do poeta Murilo Mendes?

 

a) [ ] Na 1ª pessoa do singular (eu)

b) [ ] Na 3ª pessoa do singular (ele)

c) [ ] Na 3ª pessoa do plural (eles)

d) [ ] Na 2ª pessoa do singular (tu)

 

4) No futuro do presente, como fica a conjugação do verbo ver?

 

a) [ ] Veria, verias, veria, veríamos, veríeis, veriam

b) [ ] Visse, visses, visse, víssemos, vísseis, vissem

c) [ ] Verei, verás, verá, veremos, vereis, verão

d) [ ] Virei, virás, virá, viremos, vireis, virão

 

5) Assinale a alternativa que apresenta uma INCORREÇÃO gramatical no uso do verbo ver:

 

a) [ ] Os rapazes da banda se vêm todos os sábados.

b) [ ] E eu simplesmente te vi.

c) [ ] E um pensamento de guerra/ Anula o que poderia vir/ Da água, da rosa, da borboleta.

d) [ ] Verão eles? Tem certeza?

 

 Gabarito:

1 –  A / 2 – C / 3 – B / 4 – C / 5 - A


 

sábado, 18 de maio de 2013

Sobre a maioridade penal - Tema de redação.

O tópico está em alta na mídia. O excesso de episódios violentos que ganharam manchetes na imprensa reativou, mais uma vez, a discussão sobre a idade adequada para aplicar medidas punitivas exemplares a um cidadão criminoso.

Hoje, pela Constituição, somente indivíduos com mais de 18 anos podem ser presos. As sanções das ações cometidas pelos menores de idade são regulamentadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). E, por exemplo, crimes mais violentos tem um limite de três de reclusão, como medida socioeducativa.

O debate em toda sociedade é relevante sempre. Além disso, existe uma probabilidade da decisão sair a partir de um plebiscito. Logo, todos devem estar preparados para escolher de forma inteligente, pautando-se em fatos e princípios e não se deixando levar pela emoção do momento ou por conceitos deturpados. Sugiro três questões relevantes que são usados pelos defensores de ambos os lados do debate.

1)    Leis mais pesadas diminuem a criminalidade? Se pensarmos de forma inversa e perguntarmos: leis mais brandas e mais impunidade aumenta a incidência de crimes? A resposta parece óbvia: sim. Assim, a redução do sucesso para os criminosos com certeza tem influência positiva no comportamento da sociedade. Outro exemplo recente é a Lei Seca. A partir do momento que o Estado agiu no processo com seriedade e eficiência, a atitude das pessoas mudou.

2)    A prisão educa? É lógico que não. Nem para jovens nem para adultos. Não existe educação sem liberdade. A prisão é uma punição e, como qualquer “castigo”, ensina através do medo, do exemplo. Os criminosos são punidos com a perda da liberdade para servir de exemplo para os outros e para que se lembrem das possíveis consequências, da próxima vez que tiverem a escolha de cometer um crime. Dizer que a prisão não educa não é argumento, pois todos que cometem crimes precisam de educação e novas oportunidades.

3)    O menor tem culpa de seu ato violento?

 Duas respostas. Existem aqueles que acreditam navitimização do jovem frente às mazelas da sociedade, especialmente a brasileira, como desigualdade social, sistema educacional pífio e impunidade de grandes criminosos (como alguns políticos). Enquanto isso, outros consideram o autor culpado. Ora, não podemos negar as falhas do Estado, que com certeza influenciam negativamente o comportamento dos jovens, entretanto liberdade e responsabilidade fazem parte do processo de formação de todos os indivíduos.

Um adolescente de 14 anos já goza de muita liberdade hoje em dia. Ele precisa entender também o que é responsabilidade. A primeira sem a segunda provoca catástrofes, como aquelas que temos assistido. Devemos lembrar também que, a partir dos 16 anos, os menores penais já possuem liberdade e responsabilidade para participar da escolha dos seus representantes no Estado.

Depois da reflexão sobre essas três questões, concluo que o dever de assumir a responsabilidade de seus atos é diretamente proporcional ao direito de sua liberdade.

Obviamente, não podemos fechar os olhos para as falhas ao Estado e da sociedade como um todo. Por outro lado, a crise social que vivemos não deve paralisar nossas tomadas de decisão. Assim, elas precisam acontecer aqui e agora e considerar a realidade, o que pode acabar mudando a posição dos cidadãos, pois o sistema pode incrementar a violência em vez de reduzir a impunidade, por mais paradoxal que possa ser.

Em um sistema que funciona ou que, pelo menos, não atrapalhe, um cidadão deve sofrer sanções a partir do momento que utiliza de sua liberdade para tomar decisões, especialmente àquelas que afetam a vida de terceiros. Dessa forma, fica a pergunta para pensar:

Um jovem com menos de 18 anos já possui liberdade de ação suficiente para afetar substancialmente a vida das demais pessoas?

Essa pergunta deve nortear a resposta sobre a redução da maioridade penal.


 
 


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Atividades - Ambiguidade

 
Exercícios
Leia o texto e responda às questões  1 e 2.
1.     Uma  palavra usada na charge pode ter duplo sentido.
a)     Qual é a palavra? 
b)    Quais são os dois sentidos obtidos?
 
Leia os textos I e II para responder à questão 02.
 
Texto I
UEBA! Arruda indiciado ao Oscar!
[...] E o Arruda foi INDICIADO pro Oscar. Com três versões de “Avatar”: AFANAR, ABAFAR e AHVAITARDE. Do mesmo diretor “Panetonic”! O Kassab vai ganhar efeitos especiais com ALAGAR! 3D! [...]
                                         SIMÃO, José.Folha de S. Paulo,06 mar.2010.
 
Texto II
      A língua portuguesa apresenta palavras que se diferenciam ligeiramente na grafia e na pronúncia, com significados diferentes. São chamadas de parônimas.
 
2.     José Simão é reconhecido por brincar, humoristicamente, com as palavras em situações as mais variadas.
 
a)   Qual é o contexto político em que o fragmento do texto I, à luz do jogo de palavras, se enquadra?
b)   Que palavra do texto I pode servir de exemplo para a definição dada no texto II? Justifique.
 
3.      Explique a ambiguidade do período “Britânicos criam chip para barriga que controla o apetite e combate a obesidade.” http://www.uol.com.br/  acesso em 29 mar. 2013.
 
4.     Qual é o sentido pretendido?
 RESPOSTAS:
1.   
  a)  A palavra é executo.
1.     O sentido é o de executar as leis, ou o de matar pessoas.
2-
a) O contexto faz referência ao ex-prefeito de São Paulo
 
b) A palavra AHVAITARDE, pois há pequenas diferenças de grafia e de pronúncia, mas o sentido é diferente.
 
03. É ambíguo, pois pode-se entender que a barriga controla o apetite ou que o chip faz isso.
 
04. O sentido pretendido é o chip controla o apetite.
 
 
 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Persuasão - A linguagem do anúncio!

Questão (ENEM):
O emprego dos recursos verbais e não verbais nesse gênero textual adota como uma das estratégias persuasivas:
a)    Evidenciar a inutilidade terapêutica do cigarro;
b)    Indicar a utilidade do cigarro como pesticida contra ratos e baratas;
c)    Apontar para o descaso do Ministério da Saúde com a população infantil;
d)    Mostrar a relação direta entre o uso do cigarro e o aparecimento de problemas no aparelho respiratório;
e)    Indicar que os que mais sofrem as consequências do tabagismo são os fumantes ativos, ou seja, aqueles que fazem o uso direto do cigarro.
Resposta: D
A estratégia de persuasão adotada aqui consiste em mostrar casos em que o cigarro provocou, direta ou indiretamente, danos ao aparelho respiratório não somente ao fumante ativo, mas também ao fumante passivo.
 
 

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