segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Cinquenta {dicas de português} fundamentais para concurseiros, profissionais: advogados, jornalistas, executivos e demais todas as áreas, candidatos ao ENEM e qualquer pessoas que queira usar corretamente a norma culta da Língua Portuguesa. 99





Falar e escrever bem são competências obrigatórias para profissionais de qualquer área. 

As infrações à norma culta da língua são uma constante no mundo corporativo, nas provas de redação do ENEM e demais vestibulares do país e em tantos outros setores da sociedade.

Precisamos valorizar e aprender a nossa língua! 


Fonte: "Livro de anotações com 101 dicas de português" (Editora Hunter Books, 2014):
1- Anexo / Anexa
Errado: Seguem anexo os documentos solicitados.

Certo: Seguem anexos os documentos solicitados.

Por quê? Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere. 

Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; portanto, dê preferência à forma sem a preposição.
2- “Em vez de” / “ao invés de”
Errado: Ao invés de elaborarmos um relatório, discutimos o assunto em reunião.

Certo: Em vez de elaborarmos um relatório, discutimos o assunto em reunião.

Por quê? Em vez de é usado como substituição. Ao invés de é usado como oposição.

Ex: Subimos, ao invés de descer.
3- “Esquecer” / “Esquecer-se de”
Errado: Eu esqueci da reunião.

Certo: Há duas formas: Eu me esqueci da reunião. Ou Eu esqueci a reunião.

Por quê? O verbo esquecer só é usado com a preposição de (de – da – do) quando vier acompanhado de um pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos).
4-“Faz” / “Fazem”
Errado: Fazem dois meses que trabalho nesta empresa.

Certo: Faz dois meses que trabalho nesta empresa.

Por quê? No sentido de tempo decorrido, o verbo “fazer” é impessoal, ou seja, só é usado no singular. Em outros sentidos, concorda com o sujeito.
Ex: Eles fizeram um bom trabalho.
5- “Ao encontro de"/ “De encontro a”
Errado: Os diretores estão satisfeitos, porque a atitude do gestor veio de encontro ao que desejavam.

Certo: Os diretores estão satisfeitos, porque a atitude do gestor veio ao encontro do que desejavam.

Por quê? “Ao encontro de” dá ideia de harmonia e “De encontro a” dá ideia de oposição. No exemplo acima, os diretores só podem ficar satisfeitos se a atitude vier ao encontro do que desejam.
6- A par / ao par
Errado: Ele já está ao par do ocorrido.

Certo: Ele já está a par do ocorrido.

Por quê? No sentido de estar ciente, o correto é “a par”. Use “ao par” somente para equivalência cambial.

Ex: “Há muito tempo, o dólar e o real estiveram quase ao par.”
7- “Quite” / “quites”
Errado: O contribuinte está quites com a Receita Federal.

Certo: O contribuinte está quite com a Receita Federal.

Por quê? “Quite” deve concordar com o substantivo a que se refere.
8- “Media” / “Medeia”
Errado: Ele sempre media os debates.

Certo: Ele sempre medeia os debates.

Por quê? Há quatro verbos irregulares com final –iar: mediar, ansiar, incendiar e odiar. Todos se conjugam como “odiar”: medeio, anseio, incendeio e odeio.
9- “Através” / “por meio”
Errado: Os senadores sugerem que, através de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.

Certo: Os senadores sugerem que, por meio de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.

Por quê? Por meio significa “por intermédio”. Através de, por outro lado, expressa a ideia de atravessar.

Ex: Olhava através da janela.
10- “Ao meu ver” / “A meu ver”
Errado: Ao meu ver, o evento foi um sucesso.

Certo: A meu ver, o evento foi um sucesso.

Por quê? “Ao meu ver” não existe.
11- “A princípio” / “Em princípio”
Errado: Achamos, em princípio, que ele estava falando a verdade. 

Certo: Achamos, a princípio, que ele estava falando a verdade. 

Por quê? A princípio equivale a “no início”. Em princípio significa “em tese”.

Ex: Em princípio, todo homem é igual perante a lei.
12- “Senão” / “Se não”
Errado: Nada fazia se não reclamar.

Certo: Nada fazia senão reclamar.

Por quê? Senão significa “a não ser”, “caso contrário”. Se não é usado nas orações subordinadas condicionais.

Ex: Se não chover, poderemos sair.
13- “Onde” / “Aonde”
Errado: Aonde coloquei minhas chaves?
Certo: Onde coloquei minhas chaves?
Por quê? Onde se refere a um lugar em que alguém ou alguma coisa está. Indica permanência. Aonde se refere ao lugar para onde alguém ou alguma coisa vai. Indica movimento.

Ex: Ainda não sabemos aonde iremos.
14- “Visar” / “Visar a”
Errado: Ele visava o cargo de gerente.

Certo: Ele visava ao cargo de gerente.

Por quê? O verbo visar, no sentido de almejar, pede a preposição a.

Obs: Quando anteceder um verbo, dispensa-se a preposição a.

Ex: Elas visavam viajar para o exterior.
15- A /" há "
Errado: Atuo no setor de controladoria a 15 anos.

Certo: Atuo no setor de controladoria há 15 anos.

Por quê? Para indicar tempo passado, usa-se o verbo haver. O a, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância.

 Exs: Falarei com o diretor daqui a cinco dias. Ele mora a duas horas do escritório.
16- “Aceita-se” / “Aceitam-se”
Errado: Aceita-se encomendas para festas.

Certo: Aceitam-se encomendas para festas.

Por quê? A presença da partícula apassivadora “se” exige que o verbo transitivo direto concorde com o sujeito.
17- “Precisa-se” / “Precisam-se”
Errado: Precisam-se de estagiários.

Certo: Precisa-se de estagiários.

Por quê? Nesse caso, a partícula “se” tem a função de tornar o sujeito indeterminado. Quando isso ocorre, o verbo permanece no singular.
18- “Há dois anos” / “Há dois anos atrás”
Errado: Há dois anos atrás, iniciei meu mestrado.

Certo: Há duas formas corretas: “Há dois anos, iniciei meu mestrado” ou “Dois anos atrás, iniciei meu mestrado.”

Por quê? É redundante dizer “Há dois anos atrás”.
19- “Implicar” / “Implicar com” / “Implicar em”
Errado: O acidente implicou em várias vítimas.

Certo: O acidente implicou várias vítimas.

Por quê? No sentido de acarretar, o verbo implicar não admite preposição. No sentido de ter implicância, a preposição exigida é com. Quando se refere a comprometimento, deve-se usar a preposição em.

Exs: Ele sempre implicava com os filhos. Ela implicou-se nos estudos e passou no concurso.
20- “Retificar” / “Ratificar”
Errado: Estávamos corretos. Os fatos retificaram nossas previsões.

Certo: Estávamos corretos. Os fatos ratificaram nossas previsões.

Por quê? Ratificar significa confirmar, comprovar. Retificar refere-se ao ato de corrigir, emendar. Ex: Vou retificar os dados da empresa.
21- “Somos” / “Somos em”
Errado: Somos em cinco auditores na empresa.

Certo: Somos cinco auditores na empresa.

Por quê? Não se deve empregar a preposição “em” nessa expressão.
22- “Entre eu e você” / “Entre mim e você”
Errado: Não há nada entre eu e você, só amizade.

Certo: Não há nada entre mim e você, só amizade.

Por quê? Eu é pronome pessoal do caso reto e só pode ser usado na função de sujeito, ou seja, antes de um verbo no infinitivo, como no caso: “Não há nada entre eu pagar e você usufruir também.”
23- “A fim” / “Afim”
Errado: Nós viemos afim de discutir o projeto. 

Certo: Nós viemos a fim de discutir o projeto. 

Por quê? A locução a fim de indica ideia de finalidade. Afim é um adjetivo e significa semelhança.

Ex: Eles têm ideias afins.
24- “Despercebido” / “Desapercebido”
Errado: As mudanças passaram desapercebidas.

Certo: As mudanças passaram despercebidas.

Por quê? Despercebido significa sem atenção. Desapercebido significa desprovido, desprevenido.

Ex: Ele estava totalmente desapercebido de dinheiro.
25- “Tem” / “Têm”
Errado: Eles tem feito o que podem nesta empresa.

Certo: Eles têm feito o que podem nesta empresa.
Por quê? Tem refere-se à 3ª pessoa do singular do verbo “ter” no Presente do Indicativo. Têm refere-se ao mesmo tempo verbal, porém na 3ª pessoa do plural.
26- “Chegar em” / “Chegar a”
Errado: Os atletas chegaram em Curitiba na noite passada. 

Certo: Os atletas chegaram a Curitiba na noite passada. 

Por quê? Verbos de movimento exigem a preposição a.
27- “Prefiro... Do que” / “Prefiro... A”
Errado: Prefiro carne branca do que carne vermelha.

Certo: Prefiro carne branca a carne vermelha.

Por quê? A regência do verbo preferir é a seguinte: “Preferir algo a alguma outra coisa.”
28- “De mais” / “demais”
Errado: Você trabalha de mais!

Certo: Você trabalha demais!

Por quê? Demais significa excessivamente; também pode significar “os outros”. De mais opõe-se a “de menos”.

 Ex: Alguns possuem regalias de mais; outros de menos.
29- “Fim de semana” / “final de semana”
Errado: Bom final de semana!

Certo: Bom fim de semana!

Por quê? Fim é o contrário de início. Final é o contrário de inicial. Portanto: fim de semana; fim de jogo; parte final.
30- “Existe” / “Existem”
Errado: Existe muitos problemas nesta empresa.

Certo: Existem muitos problemas nesta empresa. 

Por quê? O verbo existir admite plural, diferentemente do verbo haver, que é impessoal.
31- “Assistir o” / “Assistir ao”
Errado: Ele assistiu o filme “A teoria do nada”.
Certo: Ele assistiu ao filme “A teoria do nada”.
Por quê? O verbo assistir, no sentido de ver, exige a preposição a.
32- “Responder o” / “Responde ao”
Errado: Ele não respondeu o meu e-mail. 

Certo: Ele não respondeu ao meu e-mail. 

Por quê? A regência do verbo responder, no sentido de dar a resposta a alguém, é sempre indireta, ou seja, exige a preposição a.
33- “Tão pouco” / “Tampouco”
Errado: Não compareceu ao trabalho, tão pouco justificou sua ausência. 

Certo: Não compareceu ao trabalho, tampouco justificou sua ausência. 

Por quê? Tampouco corresponde a “também não”, “nem sequer”. Tão pouco corresponde a “muito pouco”.

 Ex: Trabalhamos muito e ganhamos tão pouco”.
34- “A nível de” / “Em nível de”
Errado: A pesquisa será realizada a nível de direção.

Certo: A pesquisa será realizada em nível de direção.

Por quê? A expressão “Em nível de” deve ser usada quando se refere a “âmbito”. O uso de “a nível de” significa “à mesma altura”.

Ex: Estava ao nível do mar.
35- “Chego” / “Chegado”
Errado: O candidato havia chego atrasado para a entrevista.

Certo: O candidato havia chegado atrasado para a entrevista.

Por quê? Embora alguns verbos tenham dupla forma de particípio

Exs: imprimido/impresso, frito/fritado, acendido/aceso), o único particípio do verbo chegar é chegado.

Chego é 1ª pessoa do Presente do Indicativo.

Ex: Eu sempre chego cedo.
36- “Meio” / “Meia”
Errado: Ela estava meia nervosa na reunião.

Certo: Ela estava meio nervosa na reunião.

Por quê? No sentido de “um pouco”, a palavra “meio” é invariável. Como numeral, concorda com o substantivo.

 Ex: Ele comeu meia maçã.
37- “Viagem” / “Viajem”
Errado: Espero que eles viagem amanhã.

Certo: Espero que eles viajem amanhã. 

Por quê? Viajem é a flexão do verbo “viajar” no Presente do Subjuntivo e no Imperativo. Viagem é substantivo.

Ex: Fiz uma linda viagem.
38- “Mal” / “Mau”
Errado: O jogador estava mau posicionado.

Certo: O jogador estava mal posicionado.

Por quê? Mal opõe-se a bem. Mau opõe-se a bom.

Assim: mal-humorado, mal-intencionado, mal-estar, homem mau.
39- “Na medida em que” / “À medida que”
Errado: É melhor comprar à vista à medida em os juros estão altos.

Certo: É melhor comprar à vista na medida em que os juros estão altos.

Por quê? Na medida em que equivale a “porque”. À medida que estabelece relação de proporção.

Ex: O nível dos jogos melhora à medida que o time fica entrosado.
40- “Para mim” / “Para eu” fazer
Errado: Era para mim fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.

Certo: Era para eu fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.

Por quê? “Para eu” deve ser usado quando se referir ao sujeito da frase e for seguido de um verbo no infinitivo.
41- “Mas” / “Mais”
Errado: Gostaria de ter viajado, mais tive um imprevisto.

Certo: Gostaria de ter viajado, mas tive um imprevisto.

Por quê? Mas é conjunção adversativa e significa, “porém”.

Mais é advérbio de intensidade.

Ex: Adicione mais açúcar se quiser.
42- “Perca” / “perda”
Errado: Há muita perca de tempo com banalidades.

Certo: Há muita perda de tempo com banalidades.

Por quê? Perca é verbo e perda é substantivo.

Exs: Não perca as esperanças! Essa perda foi irreparável.
43- “Deu” / “Deram” tantas horas
Errado: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.

Certo: Deram dez da noite e ele ainda não chegou.

Por quê? Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas.

 Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”
44- “Traz” / “Trás”
Errado: Ele olhou para traz e viu o vulto.

Certo: Ele olhou para trás e viu o vulto.

Por quê? Trás significa parte posterior. Traz é a conjugação do verbo “trazer” na 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo.

Ex: Ela sempre traz os relatórios para a gerência.
45- “Namorar alguém” / “Namorar com alguém”
Errado: Maria namora com Paulo.
Certo: Maria namora Paulo.

Por quê? A regência do verbo namorar não admite preposição.
46- “Obrigado” / “Obrigada”
Errado: Muito obrigado! – disse a funcionária.

Certo: Muito obrigada! – disse a funcionária.

Por quê? Homens devem dizer" obrigado ". Mulheres dizem" obrigada ". A flexão também ocorre no plural: “Muito obrigadas! – disseram as garotas ao professor.”
47- “Menos” ou “Menas”
Errado: Os atendentes fizeram menas tarefas hoje.

Certo: Os atendentes fizeram menos tarefas hoje.

Por quê? “Menas” não existe. Mesmo referindo-se a palavras femininas, use sempre menos.

Ex: Havia menos pessoas naquele departamento.
48- “Descriminar” / “Discriminar”
Errado: Os produtos estão descriminados na nota fiscal.

Certo: Os produtos estão discriminados na nota fiscal.

Por quê? Discriminar significa separar, diferenciar. Descriminar significa absolver, inocentar.


49- “Acerca de” / “a cerca de”
Errado: Estavam discutindo a cerca de política. 

Certo: Estavam discutindo acerca de política.

Por quê? Acerca de significa “a respeito de”. A cerca de indica aproximação.

Ex: Eu trabalho a cerca de 5 km daqui.
50- “Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”
Errado:Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meio.

Certo: Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meia. 

Por quê? O correto é meio-dia e meia, pois o numeral fracionário concorda em gênero com a palavra hora.



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Como a leitura pode melhorar a sua mente e te trazer resultados: no trabalho, nos estudos, nas relações pessoais e na saúde.






Você faz parte do grupo de pessoas que não gosta de ler e que entende como blá, blá, blá, quando ouve dizer que a leitura é uma ótima ferramenta para desenvolver a sua mente?

Vim aqui para te dizer que é verdade, pode confiar! E se você tem tido dificuldades na hora de organizar suas ideias, elaborar bons discursos e pensar de maneira clara e crítica, meu conselho é que você continue a leitura desse post, se possível imprima-o e cole na sua cabeceira, pois as dicas que estão logo aqui abaixo podem mudar sua vida!


A leitura dos clássicos da literatura, além de aumentar o seu vocabulário, a  sua capacidade de interpretação, te ajudará ainda, a transformar meras informações em conhecimento útil.

É inegável, que a boa leitura é uma excelente aliada no desenvolvimento das capacidades cognitivas . Além de melhorar as habilidades de escrita e compreensão de textos, o que hoje é importantíssimo para se ter sucesso no trabalho, nas provas de concursos públicos, nos vestibulares e  no ENEM.

Além disso, segundo pesquisas, os riscos de desenvolver Alzheimer ou demência após a vida adulta diminuem
Elas indicaram que o estímulo mental da leitura ajuda no controle de doenças como demência e Alzheimer. Por exemplo, um estudo do jornal Neurology, de 2013, descobriu que pessoas que sustentam o hábito de ler após a vida adulta também preservam por mais tempo suas habilidades mentais.

Entenda como a leitura dos clássicos podem ajudar você a ser uma pessoa muito melhor e mais capaz de fazer a diferença no mundo.

1.   Ler aumenta o seu vocabulário
Ao ler os clássicos, você encontrará uma imensidão de palavras que não fazem parte do seu cotidiano. Aprender novas palavras, além de enriquecer o seu vocabulário melhora também, o seu discurso oral e escrito. É impossível negar que pessoas que se comunicam bem causam sempre boa impressão, além de atrair admiração, sucesso e melhores oportunidades nos negócios, nos relacionamentos, na vida!

2.   Ajuda você a parar de perder tempo pensando no que vai escrever

Não há como ler bons textos e continuar com dificuldades para escrever organizadamente as ideias no papel, pois enquanto você lê visualiza as palavras, a gramática e diferentes estilos. Quando menos espera, seus pensamentos tornam-se mais claros, suas conversas mais interessantes e aquelas velhas dificuldades com pontuação, concordância e outras dificuldadezinhas com a gramática, já não existem mais, assim como as dificuldades com coerência e coesão. A leitura pode fazer milagres na sua escrita! Faça o teste!


3.   Transforma o seu discurso

 A leitura de bons livros o colocará em contato com textos impecáveis, narrativas belas e perfeitas. Além de fazer sonhar, viajar por lugares nunca imaginados, esses textos também o ajudarão a dominar o idioma, organizar melhor os seus discursos, mesmo os imprevistos, usar seus conhecimentos de mundo a seu favor e, dessa maneira conquistar muito mais audiência e desfrutar de um diferencial, já que poucos são os que conseguem se comunicar bem hoje em dia!

4.   Criatividade, novas ideias, conhecimento de mundo, raciocínio crítico
Você já observou o quanto as pessoas são repetitivas e o quanto falta criatividade, originalidade e pensamento prático nos discursos, mesmo de alguns dos seus professores?  Isso acontece porque, para desenvolver novas ideias é necessário que se adquira, constantemente, novos conhecimentos, novas visões sobre os vários aspectos do mundo. A leitura da literatura clássica proporciona tudo isso ao leitor. Capacita a mente normal, transformando-a em uma mente genial.

5.   Estimula a curiosidade
Quanto mais você lê e conhece novos mundos, novas pessoas, aspectos importantes da história, da sociedade e tantos outros, mais terá vontade e curiosidade para descobrir. Desse modo, quem descobre o poder da leitura, apaixona-se perdidamente pelos livros e quer sempre mais e mais.

6.   Senso crítico e destaque
Quem lê é capaz de se tornar protagonista, tanto nas conversas normais do dia adia, quanto naquelas importantíssimas e que poderão transformar o seu futuro. Você já observou pessoas que parecem saber de tudo, que são capazes de convencer as outras a comprar suas ideias e sempre se destacam nas rodas de conversas? Tenha uma certeza: essas são leitoras vorazes de bons textos.

7.   Desenvolve a leitura dinâmica
Nenhum outro método desenvolve tanto as habilidades de leitura dinâmica e eficaz, quanto o hábito de ler diariamente.

08.  Desenvolvimento pessoal e profissional
Tudo o que você acabou de ler nos itens acima, só pode resultar em melhorias em diversos aspectos importantíssimos para uma vida promissora e útil.  Nesse contexto, é inegável que a leitura dos clássicos da literatura, além de aumentar o seu repertório cultural, o diferenciará dos demais, o que para o âmbito profissional é garantia de mais credibilidade, sucesso e, consequentemente melhores remunerações.

Que tal correr agora, para começar a leitura de um novo clássico da literatura?
Se precisar de dicas sobre por onde começar, deixe-nos saber nos comentários.Teremos prazer em ajudar você nessa caminhada para o sucesso!

Um Abraço!
Fátima Oliveira
(34) 991492401





terça-feira, 18 de setembro de 2018

Proposta de redação modelo ENEM 2023 - estatuto do idoso




Proposta de redação


Tema: Desafios para a valorização do idoso no Brasil


A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema Desafios para a valorização do idoso no Brasil apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.


Texto 1

Estatuto do Idoso

Art. 3º. É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária. […]

Art. 4º. Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei.

Text ll

O aumento da proporção de idosos na população é um fenômeno mundial tão profundo que muitos chamam de “revolução demográfica”. No último meio século, a expectativa de vida aumentou em cerca de 20 anos. Se considerarmos os últimos dois séculos, ela quase dobrou. E, de acordo com algumas pesquisas, esse processo pode estar longe do fim.
Disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/envelhecimento/texto/env16.htm. Acesso em: 07 de maio 2009.



TEXTO Ill

A população brasileira, estimada em 201,5 milhões de pessoas, está vendo diminuir o número de crianças e aumentar o de idosos. O número de pessoas no Brasil acima de 60 anos (definição de “idosos” dentro da pesquisa) continua crescendo: de 12,6% da população, em 2012, passou para 13% no ano passado. Já são 26,1 milhões de idosos no país. E aumentou a população dos que tem mais de 40 anos: esta faixa registrou na pesquisa 75,7 milhões de pessoas contra as 62,3 milhões de crianças e adolescentes (faixa de 0 a 19 anos). A região com mais idosos ainda é a Sul, onde eles chegaram a 14,4% do total. O Norte tem menos, com 8,8% de idosos.



Texto lV

Crimes praticados contra idosos


Texto V



Você ainda tem dificuldades para escrever a redação modelo ENEM?

Podemos te ajudar!

Ligue: (34)991492401  (whatsap)

 Fátima Oliveira

Mestre em educação. Especialista em
literatura, retórica, argumentação e PNL. Graduada em
Letras, Pedagogia e Normal superior. Professora de
redação em cursinhos pré-vestibulares em cidades como
Uberlândia e Rio de janeiro. Fundadora e idealizadora da







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